ANP aumenta preços de referência do biodiesel para o L57
O biodiesel deve ficar mais caro no L57. A ANP acaba de elevar em cerca de 4% os valores dos preços máximos de referência (PMRs).
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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O biodiesel deve ficar mais caro no Leilão 57. A ANP acaba de divulgar os valores dos preços máximos de referência (PMRs) que servirão como teto para as ofertas das usinas no certame que vai abastecer o mercado no último bimestre deste ano. Os preços foram reajustados em, aproximadamente, 4%.
O biodiesel deve ficar mais caro no Leilão 57. A ANP acaba de divulgar os valores dos preços máximos de referência (PMRs) que servirão como teto para as ofertas das usinas no certame que vai abastecer o mercado no último bimestre deste ano. Os preços foram reajustados em, aproximadamente, 4%.
Em média, as usinas detentoras do Selo Combustíveis Social poderão pedir por cada metro cúbico de biodiesel comercializado até R$ 3.034,00. As usinas sem o Selo poderão chegar a R$ 2.996,00 por m³.
O preço máximo do certame será para empresas com Selo Social operando a partir do Nordeste. Elas poderão pedir até R$ 3.195,00 por m³. Já as usinas do Centro-Oeste que não tenham o Selo só poderão cobrar R$ 2.825,00.
O maior ganho sobre o leilão imediatamente anterior aconteceu na Região Norte. As usinas poderão receber até R$ 165 por m³ a mais do que no L56. No Centro-Oeste, no entanto, a reajuste foi de apenas R$ 85 por m³.
Reversão
Essa é a primeira alta realmente expressiva nos preços regulados pela ANP nos últimos cinco leilões. Entre o L52 e o L55 tivemos um periodo prolongado de quedas sucessivas onde os PMRs acumularam uma desvalorização de 13,8%. Oficialmente, essa sequência tenha sido interrompida no L56. Contudo, a valorização tímida – menor de 0,2% – é mais adequadamente descrita como estabilidade.
Apesar dessa alta, os PMRs do Leilão 57 ainda ficaram abaixo dos que foram praticados durante pregão equivalente de 2016. Em relação ao L51, a queda fica próxima dos 4,1%.