Na quinta-feira passada (23) aconteceu a primeira reunião efetiva do Grupo de Trabalho convocado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tentar identificar os nós tributários que estão bloqueando o avanço de proposta que pretende facilitar projetos para o uso autorizativo de misturas maiores de biodiesel por frotas cativas.
Na quinta-feira passada (23) aconteceu a primeira reunião efetiva do Grupo de Trabalho convocado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tentar identificar os nós tributários que estão bloqueando o avanço de proposta que pretende facilitar projetos para o uso autorizativo de misturas maiores de biodiesel por frotas cativas.
O encontro reuniu em Brasília (DF) as representantes das três entidades do setor produtivo de biodiesel – Abiove, Aprobio e Ubrabio –, da cadeia de distribuição de combustíveis, da Petrobras, da ANP e do governo federal.
Segundo o representante da Abiove, Leonardo Zilio, o trabalho do GT ainda está em etapas preliminares e começando a ser estruturado e foi isso o que a reunião refletiu. “A medida visa tornar mais racional e eficiente o uso de biodiesel no Brasil, possibilitando que maiores volumes do que os 7% obrigatórios sejam utilizados quando economicamente viáveis”, ressaltou o economista.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Na quinta-feira passada (23) aconteceu a primeira reunião efetiva do Grupo de Trabalho convocado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tentar identificar os nós tributários que estão bloqueando o avanço de proposta que pretende facilitar projetos para o uso autorizativo de misturas maiores de biodiesel por frotas cativas.
O encontro reuniu em Brasília (DF) as representantes das três entidades do setor produtivo de biodiesel – Abiove, Aprobio e Ubrabio –, da cadeia de distribuição de combustíveis, da Petrobras, da ANP e do governo federal.
Segundo o representante da Abiove, Leonardo Zilio, o trabalho do GT ainda está em etapas preliminares e começando a ser estruturado e foi isso o que a reunião refletiu. “A medida visa tornar mais racional e eficiente o uso de biodiesel no Brasil, possibilitando que maiores volumes do que os 7% obrigatórios sejam utilizados quando economicamente viáveis”, ressaltou o economista.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com