O mercado brasileiro de diesel voltou a andar para trás em abril. Segundo dados publicados pela ANP, as vendas do derivado recuaram de mais de 9,3%.
O mercado brasileiro de diesel voltou a andar para trás em abril. Segundo dados publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as vendas do derivado totalizaram 4,14 bilhões de litros. Isso representa uma contração de mais de 9,3% em relação ao volume que havia sido movimentado em abril de 2016.
O mercado brasileiro de diesel voltou a andar para trás em abril. Segundo dados publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as vendas do derivado totalizaram 4,14 bilhões de litros. Isso representa uma contração de mais de 9,3% em relação ao volume que havia sido movimentado em abril de 2016.
Isso joga água fria na fervura de quem tinha esperanças de que a recuperação verificada em março – quando as vendas apresentaram crescimento de 2,1% no comparativo anual – significasse o começo de uma recuperação mais consistente do mercado. De um mês para o outro, as vendas encolheram um pouco mais de 700 milhões de litros o que representa 14,5% do mercado.
Dos 27 estados brasileiros, apenas o Amazonas encerrou abril com variação positiva nas vendas do derivado. Foram 71,8 milhões de litros comercializados – 6,3 milhões de litros mais do que em março. São Paulo e Paraná tiveram os piores resultados com reduções nas vendas na casa da centena de milhões de litros.
No azul
Considerado o volume movimentado no mês, a demanda máxima de biodiesel ficaria pouco abaixo dos 331,7 milhões de litros. Isso garantiria que cada litro de diesel comercializado tivesse 8% de biodiesel na sua composição.
Como a produção de biodiesel em abril foi de 346,6 milhões de litros, o mercado teve um saldo positivo de praticamente 15 milhões de litros.
Combustíveis
O mercado brasileiro de combustíveis vem andando para trás ao longo dos últimos dois. Em 2014, as vendas atingiram o pico de 144,6 bilhões de litros. Já no ano passado foram 135,4 bilhões de litros, um recuo de 6,3% no acumulado do período. Principal componente do mix de combustíveis brasileiro – do qual representa aproximadamente 40% –, o óleo diesel foi duramente atingido com perdas de 9,6% no acumulado desses dois anos.
Em abril, o mercado de combustíveis como um todo se saiu um pouco melhor do que o de óleo diesel. A contração ficou pouco abaixo dos 5,7%. Dos oito produtos que formam o mercado, apenas a gasolina teve variação positiva com crescimento pouco inferior 2,2%.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
O mercado brasileiro de diesel voltou a andar para trás em abril. Segundo dados publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as vendas do derivado totalizaram 4,14 bilhões de litros. Isso representa uma contração de mais de 9,3% em relação ao volume que havia sido movimentado em abril de 2016.
Isso joga água fria na fervura de quem tinha esperanças de que a recuperação verificada em março – quando as vendas apresentaram crescimento de 2,1% no comparativo anual – significasse o começo de uma recuperação mais consistente do mercado. De um mês para o outro, as vendas encolheram um pouco mais de 700 milhões de litros o que representa 14,5% do mercado.
Dos 27 estados brasileiros, apenas o Amazonas encerrou abril com variação positiva nas vendas do derivado. Foram 71,8 milhões de litros comercializados – 6,3 milhões de litros mais do que em março. São Paulo e Paraná tiveram os piores resultados com reduções nas vendas na casa da centena de milhões de litros.
No azul
Considerado o volume movimentado no mês, a demanda máxima de biodiesel ficaria pouco abaixo dos 331,7 milhões de litros. Isso garantiria que cada litro de diesel comercializado tivesse 8% de biodiesel na sua composição.
Como a produção de biodiesel em abril foi de 346,6 milhões de litros, o mercado teve um saldo positivo de praticamente 15 milhões de litros.
Combustíveis
O mercado brasileiro de combustíveis vem andando para trás ao longo dos últimos dois. Em 2014, as vendas atingiram o pico de 144,6 bilhões de litros. Já no ano passado foram 135,4 bilhões de litros, um recuo de 6,3% no acumulado do período. Principal componente do mix de combustíveis brasileiro – do qual representa aproximadamente 40% –, o óleo diesel foi duramente atingido com perdas de 9,6% no acumulado desses dois anos.
Em abril, o mercado de combustíveis como um todo se saiu um pouco melhor do que o de óleo diesel. A contração ficou pouco abaixo dos 5,7%. Dos oito produtos que formam o mercado, apenas a gasolina teve variação positiva com crescimento pouco inferior 2,2%.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com