Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) revelam que o Brasil começou 2016 importando menos óleo diesel. Com exceção de um excepcional hiato registrado em agosto passado – mês em que as importações ficaram abaixo dos 30 milhões de litros –, pelas contas do ministéiro tivemos o o menor volume mensal em praticamente cinco anos.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) revelam que o Brasil começou 2016 importando menos óleo diesel. Pelas contas do ministério, em janeiro entraram no país 164 milhões de litros do derivado. Com exceção de um excepcional hiato registrado em agosto passado – mês em que as importações do derivado caíram abaixo do 30 milhões de litros –, esse é o menor volume mensal registrado em praticamente cinco anos.
A última vez que tivemos um mês assim foi em janeiro de 2011 quando as importações totalizaram 167,9 milhões de litros. Essa marca é tão incomum que, nesses cinco anos, o volume mensal importado só ficou abaixo dos 200 milhões de litros apenas nos três meses citados acima.
Na comparação entre dezembro e janeiro, a queda no volume importado chega a 20% enquanto a comparação entre o mês passado e janeiro de 2015 revela uma contração de 78,7%.
E a queda nos volumes é acompanhada de uma queda – até mais intensa – nos preços em janeiro do ano passado cada metro cúbico de óleo diesel vindo de fora do país custava US$ 624,29 em média. Um ano depois, estamos pagando US$ 354,07 pela mesma quantidade de combustível. A queda vem sendo puxada principalmente pelo derretimento nas cotações do petróleo.
Por esse preço, as importações custaram ao Brasil pouco menos de US$ 58,1 milhões – a menor fatura em sete anos. Esse resultado é 8 vezes menor do que os US$ 481 milhões pagos para abastecer o mercado brasileiro em janeiro de 2015.
Embora a conta tenha ficado mais leve para o país, para o consumidor o resultado não é tão positivo em função da alta do dólar frente ao real. Um ano atrás, a moeda norte-americana valia, em média, de R$ 2,63 contra R$ 4,05 no mês passado. Com isso, o litro do diesel importado entra no mercado brasileira custando R$ 1,43 (sem contar os custos de internalização do produto).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) revelam que o Brasil começou 2016 importando menos óleo diesel. Pelas contas do ministério, em janeiro entraram no país 164 milhões de litros do derivado. Com exceção de um excepcional hiato registrado em agosto passado – mês em que as importações do derivado caíram abaixo do 30 milhões de litros –, esse é o menor volume mensal registrado em praticamente cinco anos.
A última vez que tivemos um mês assim foi em janeiro de 2011 quando as importações totalizaram 167,9 milhões de litros. Essa marca é tão incomum que, nesses cinco anos, o volume mensal importado só ficou abaixo dos 200 milhões de litros apenas nos três meses citados acima.
Na comparação entre dezembro e janeiro, a queda no volume importado chega a 20% enquanto a comparação entre o mês passado e janeiro de 2015 revela uma contração de 78,7%.
E a queda nos volumes é acompanhada de uma queda – até mais intensa – nos preços em janeiro do ano passado cada metro cúbico de óleo diesel vindo de fora do país custava US$ 624,29 em média. Um ano depois, estamos pagando US$ 354,07 pela mesma quantidade de combustível. A queda vem sendo puxada principalmente pelo derretimento nas cotações do petróleo.
Por esse preço, as importações custaram ao Brasil pouco menos de US$ 58,1 milhões – a menor fatura em sete anos. Esse resultado é 8 vezes menor do que os US$ 481 milhões pagos para abastecer o mercado brasileiro em janeiro de 2015.
Embora a conta tenha ficado mais leve para o país, para o consumidor o resultado não é tão positivo em função da alta do dólar frente ao real. Um ano atrás, a moeda norte-americana valia, em média, de R$ 2,63 contra R$ 4,05 no mês passado. Com isso, o litro do diesel importado entra no mercado brasileira custando R$ 1,43 (sem contar os custos de internalização do produto).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com