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Caminhões carregados com biodiesel terão tolerância no peso

ContranResolucao 240914O Contran acolheu um velho pleito do setor e aprovou Resolução que cria margem de tolerância sobre o peso máximo dos caminhões carregados com biodiesel.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Uma bandeira que o setor vinha levantando há vários anos finalmente foi acolhida. O Conselho Nacional do Trânsito (Contran) publicou hoje (24) no Diário Oficial da União a Resolução 503/2014, que cria uma margem de tolerância sobre o Peso Bruto Total (PBT) ou o Peso Bruto Total Combinado (PTBC) para os caminhões-tanques que estiverem transportando B100.

ContranResolucao 240914
Uma bandeira que o setor vinha levantando há vários anos finalmente foi acolhida. O Conselho Nacional do Trânsito (Contran) publicou hoje (24) no Diário Oficial da União a Resolução 503/2014, que cria uma margem de tolerância de 7,5% sobre o Peso Bruto Total (PBT) ou o Peso Bruto Total Combinado (PTBC) para os caminhões-tanques que estiverem transportando B100.

As expectativas de que a reivindicação para a ampliação do limite de peso poderia vir a ser atendida vinha crescendo entre o setor. Principalmente depois que a medita teve parecer favorável do relator do Contran sobre a proposta. 

Com isso, acredita-se que as ocorrências de multas em função do excesso de peso diminuam substancialmente. Como o biodiesel possui densidade superior a do diesel de petróleo, se tornou comum que os caminhões que fazem transportam do biocombustível excedam o peso máximo estabelecido pela legislação. 

Um levantamento feito pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), em 2012, revelou que aproximadamente 3% dos carregamentos de biodiesel acabavam sendo multados em função do problema.

Até o ano passado, o grupo de trabalho mentor da proposta de elevação do limite de peso ao Contran pleiteava uma margem de 9%. Mas, de acordo com a Abiove – que, com outras sete entidades vinculadas aos setores de biodiesel e de transportes de cargas, integra o GT –, novos levantamentos mostraram que uma margem de 7,5% seria suficiente para resolver o problema.

Cátia Franco – BiodieselBR.com 
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