O índice de não conformidade do diesel apresentou uma leve elevaão no mês de maio segundo apurado pela ANP.
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Depois de registrar melhoras por três meses ininterruptos, a qualidade do óleo diesel deu uma leve derrapada em maio.
É o que mostra a mais recente edição do Boletim Mensal do Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Depois de registrar melhoras por três meses ininterruptos, a qualidade do óleo diesel deu uma leve derrapada em maio. É o que mostra a mais recente edição do Boletim Mensal do Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No mês passado, o índice de não conformidade do derivado do petróleo foi de 2,4% – 0,2% maior que o computado em abril. Em números absolutos, o percentual de maio representa 173 das 7.143 amostras coletadas e investigadas pelos técnicos da ANP.
Mesmo com esse incremento, o resultado de maio é melhor que o obtido no mesmo período em 2013, quando o índice de não conformidade atingiu 3,3% [ver gráfico].
Inversão A leitura do boletim de maio da agência permite ainda identificar outra mudança, no ranqueamento das principais causas de reprovação das amostras.
O “Ponto de Fulgor” foi desbancado pelo “Teor de Biodiesel”, que, no mês passado, despontou como a segunda maior deficiência encontrada nas amostras de óleo diesel. O quesito respondeu por 23, 4% das amostras recusadas, enquanto o “Ponto de Fulgor”, por 21,8%.
O “Aspecto” permanece sendo o grande fator desabonador das amostras, encabeçando 32,5% das reprovações.
No trimestre Entre abril e maio, cresceu também a lista dos estados que apresentaram aumento nos índices de não conformidade em relação ao trimestre anterior. A relação passou de 11 para 13 unidades federativas.
O caso mais emblemático dessa alta é o de Goiás que saltou de um índice nulo no trimestre anterior para um percentual de inconformidade de 5,4 no trimestre que compreendeu os meses março, abril e maio.
Muito embora sua alta entre os trimestres observados tenha sido bem inferior a computada por Goiás – de apenas 0,7% –, Roraima lidera o índice de não conformidade na avaliação trimestral, com 8,8%. Em maio, 20% das amostras coletadas no estado e analisadas pelos técnicos da ANP apresentaram problemas, sendo o “Aspecto” a principal causa das reprovações.