Não conformidade do óleo diesel é a menor em treze meses
Índice de não conformidade do óleo diesel medido pela ANP apresentou melhora considerável no mês de janeiro em relação a dezembro.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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A primeira edição deste ano do Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) traz uma grata surpresa. O relatório recém-divulgado revela que, no mês passado, o índice de não conformidade do óleo diesel foi o menor registrado desde dezembro de 2012.
O índice apresentou uma retração de 0,8% em relação ao computado no mês anterior.
A primeira edição deste ano do Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) traz uma grata surpresa. O relatório recém-divulgado revela que, no mês passado, o índice de não conformidade do óleo diesel foi o menor registrado desde dezembro de 2012.
Das 7.564 amostras analisadas, apenas 173 foram reprovadas – 2,3% do total. Esse índice representa ainda uma queda de 0,8% em relação ao computado no mês anterior (dezembro de 2013), que ficou em torno de 3,1%.
O quesito “Aspecto” se mantém como o principal fator de reprovação, respondendo 36,3% das amostras recusadas. Já o “Teor de Biodiesel”, que há alguns meses vinha aparecendo como a segunda maior causa de reprovação de amostras diesel, voltou, em janeiro, a figurar na terceira posição, representando 22,9% das inconformidades encontradas no derivado do petróleo. Contudo, o distanciamento em relação ao percentual computado pelo segundo colocado – “Ponto de Fulgor” – é pequeno: apenas 2,8%.
Estados Dez estados brasileiros registraram aumento nos índices de não conformidade em relação ao trimestre anterior. O Nordeste foi a região com o maior número de unidades federativas nessa situação –Alagoas, Bahia, Paraíba e Pernambuco –, enquanto o Sudeste e Sul apresentaram o menor número – apenas um estado cada uma.
Na avaliação isolada, o Estado que apresentou o maior salto entre os dois últimos trimestres foi Roraima – 7,9% para 10,5%. Já São Paulo teve o menor incremento – 0,2% de um trimestre para outro.