Pesquisadores dos Estados Unidos estão avançando com um projeto para a produção de biodiesel a partir da fração de gordura presente nos esgotos urbanos.
A possibilidade de aproveitar a fração de gorduras presente nos esgotos urbanos como matéria-prima para a produção de biodiesel é algo que já está no radar da comunidade científica há um bom tempo – inclusive aqui o Brasil. Agora, pesquisadores da Universidade de Minnesota estão avançando com o projeto de instalar uma usina para testar a tecnologia em escala piloto.
A possibilidade de aproveitar a fração de gorduras presente nos esgotos urbanos como matéria-prima para a produção de biodiesel é algo que já está no radar da comunidade científica há um bom tempo – inclusive aqui no Brasil. Agora, pesquisadores da Universidade de Minnesota estão avançando com o projeto de instalar uma usina para testar a tecnologia em escala piloto.
O projeto é liderado pelo professor do Centro de Biorrefino, Roguer Ruan, e pelo aluno de doutorado Erik Anderson. Eles estão usando a escuma que se forma durante o processo de tratamento de esgotos. Normalmente esse material precisa ser descartado em aterros sanitários ou alimenta biodigestores para a produção de biogás. Como o material é composto por 62,5% de gorduras, no entanto, sua conversão em biodiesel é uma alternativa melhor tanto do ponto de vista financeiro quando da densidade energética.
Os pesquisadores querem instalar uma unidade piloto capaz de processar as 3,5 toneladas de escuma geradas diariamente na estação de tratamento de esgoto da cidade de St. Paul para fabricar 500 e 570 mil litros de biodiesel puro ao ano. Isso não só economizaria US$ 150 mil em custos para descartar o material como renderia entre US$ 500 e US$ 600 mil ao ano.
“[O esgoto] é uma fonte gratuita de gorduras que não precisam ser transportadas até a usina o que torna a produção de biodiesel a partir de escuma financeiramente muito atrativa”, defende Anderson.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Com informações Universidade do Minnesota
A possibilidade de aproveitar a fração de gorduras presente nos esgotos urbanos como matéria-prima para a produção de biodiesel é algo que já está no radar da comunidade científica há um bom tempo – inclusive aqui no Brasil. Agora, pesquisadores da Universidade de Minnesota estão avançando com o projeto de instalar uma usina para testar a tecnologia em escala piloto.
O projeto é liderado pelo professor do Centro de Biorrefino, Roguer Ruan, e pelo aluno de doutorado Erik Anderson. Eles estão usando a escuma que se forma durante o processo de tratamento de esgotos. Normalmente esse material precisa ser descartado em aterros sanitários ou alimenta biodigestores para a produção de biogás. Como o material é composto por 62,5% de gorduras, no entanto, sua conversão em biodiesel é uma alternativa melhor tanto do ponto de vista financeiro quando da densidade energética.
Os pesquisadores querem instalar uma unidade piloto capaz de processar as 3,5 toneladas de escuma geradas diariamente na estação de tratamento de esgoto da cidade de St. Paul para fabricar 500 e 570 mil litros de biodiesel puro ao ano. Isso não só economizaria US$ 150 mil em custos para descartar o material como renderia entre US$ 500 e US$ 600 mil ao ano.
“[O esgoto] é uma fonte gratuita de gorduras que não precisam ser transportadas até a usina o que torna a produção de biodiesel a partir de escuma financeiramente muito atrativa”, defende Anderson.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Com informações Universidade do Minnesota