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EUA avança tecnologia para produção de petróleo renovável

Unidade demonstrativa desenvolvida pelo Departamento de Energia está produzindo biocru a partir de esgoto e restos de alimentos

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Um projeto de pesquisa ligado ao Departamento de Energia (DOE) dos Estados Unidos atingiram um marco importante no desenvolvimento de tecnologias para a produção de um tipo de petróleo renovável. Uma unidade piloto desenvolvida pelo Laboratório Nacional do Noroeste Pacífico (PNNL, na sigla em inglês) atingiu a marca de duas mil horas de funcionamento contínuo.

O teste tenta demonstrar que a tecnologia e os catalisadores utilizados são robustos o suficiente para processar diferentes tipos de biomassa sem falhas. Durante esse teste as fontes de biomassa usadas foram escuma de esgoto urbano e resíduos alimentares coletados em prisões e bases militares.

Um projeto de pesquisa ligado ao Departamento de Energia (DOE) dos Estados Unidos atingiram um marco importante no desenvolvimento de tecnologias para a produção de um tipo de petróleo renovável. Uma unidade piloto desenvolvida pelo Laboratório Nacional do Noroeste Pacífico (PNNL, na sigla em inglês) atingiu a marca de duas mil horas de funcionamento contínuo.

O teste tenta demonstrar que a tecnologia e os catalisadores utilizados são robustos o suficiente para processar diferentes tipos de biomassa sem falhas. Durante esse teste as fontes de biomassa usadas foram escuma de esgoto urbano e resíduos alimentares coletados em prisões e bases militares.

Por meio de um processo chamado liquefação hidrotermal, essa biomassa altamente heterogênea é convertida numa mistura de polímeros a base de carbono – o biocru – que pode, num segundo passo, ser refinada e convertida em diferentes produtos assim como acontece com o petróleo mineral.

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Além da produção do biocru, o projeto também demonstrou a viabilidade de refinar o produto resultante. Durante os 83 dias que o teste levou, os reatores desenvolvidos pelo PNNL adicionaram hidrogênio ao fluxo de biocru para remover contaminantes e gerar moléculas de interesse comercial e biocombustíveis prontos para uso.

Segundo o líder do projeto, o engenheiro Michael Thorson, os biocombustíveis fabricados mantiveram os padrões de qualidade exigidos pelo governo dos Estados Unidos independente da fonte de matéria-prima utilizada.

A expectativa dos pesquisadores é que a nova tecnologia permita o aproveitamento de fontes locais de biomassa residual, tanto de origem urbana quanto agrícola.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações PNNL

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