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Bactéria geneticamente modificada converte esgoto em biocombustível

Uma bactéria geneticamente modificada pode converter o esgoto em uma fonte de bioenergia, a pesquisa é do Departamento de Energia dos EUA.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Uma bactéria geneticamente modificada muito em breve poderá ajudar a converter os esgotos urbanos em uma nova fonte de bioenergia. O trabalho vem sendo desenvolvido por cientistas norte-americano ligados ao Instituto Conjunto de Bioenergia (JBEI, na sigla em inglês) – rede de instituições de pesquisa especializadas em bioenergia criada pelo Departamento de Energia do governo dos Estados Unidos.

Uma bactéria geneticamente modificada muito em breve poderá ajudar a converter os esgotos urbanos em uma nova fonte de bioenergia. O trabalho vem sendo desenvolvido por cientistas norte-americano ligados ao Instituto Conjunto de Bioenergia (JBEI, na sigla em inglês) – rede de instituições de pesquisa especializadas em bioenergia criada pelo Departamento de Energia do governo dos Estados Unidos.

O novo organismo foi desenvolvido a partir de uma bactéria presente no solo – a Thiobacillus denitrificans – para que ele fosse capaz consumir compostos à ricos em enxofre e nitrogênio. A remoção dessas substâncias são uma parte importante – e especialmente complexa – no tratamento de águas contaminadas por resíduos orgânicos. As atuais estações de tratamento usam processos químicos para dar conta da tarefa.

Mais óleo

O que os pesquisadores perceberam é que além de purificarem a água, suas bactérias têm outra característica desejável: elas transformam os contaminantes orgânicos em gorduras. Elas chegam a acumular 50 vezes mais ácidos graxos do que cepas não modificadas da mesma espécie.

Isso permitiria desenvolver novos sistemas biológicos para o tratamento de capazes dois resolver dois problemas de uma vez só. Além de limpar os esgotos urbanos, as estações também poderiam gerar biomassa que, numa segunda etapa, poderia ser aproveitada como matéria-prima na produção de bioenergia e químicos verdes de alto valor agregado.

Um resumo dois resultados pode ser consultado clicando aqui.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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