Os resultados de uma pesquisa conduzida pela Universidade de Purdue sugerem que o biodiesel pode ser ainda mais limpo do que as modelagens atuais mostram.
O biodiesel pode ser mais limpo do que se supunha. Os resultados de um trabalho de pesquisa conduzido pela Universidade de Purdue – Estados Unidos – sugerem que as modelagens anteriores subestimaram os benefícios ambientais envolvidos na troca de diesel fóssil pelo combustível renovável.
O biodiesel pode ser mais limpo do que se supunha. Os resultados de um trabalho de pesquisa conduzido pela Universidade de Purdue – Estados Unidos – sugerem que as modelagens anteriores subestimaram os benefícios ambientais envolvidos na troca de diesel fóssil pelo combustível renovável.
Segundo os pesquisadores, o centro da questão está na forma como são contabilizadas as emissões envolvidas na abertura de novas áreas para o plantio matérias-primas que vão abastecer as usinas de biodiesel. Para minimizar o risco de que a produção de biocombustíveis se torne um vetor de desmatamento, o governo dos Estados Unidos adotou modelos computacionais que estima a resposta econômica e os incentivos para a abertura de novas terras agrícolas.
O problema, segundo os pesquisadores, é que os modelos atuais não levam em conta adequadamente a intensificação da produção agrícolas em áreas já consolidadas – seja na forma do plantio de safras adicionais e ou da recuperação de área degradas.
Segundo as contas dos pesquisadores, dependendo do modelo utilizado as emissões do biodiesel podem cair até 29,5% se a intensificação for levada em conta. O modelo mais atual considera de cada novo megajoule de energia produzido com biocombustível emite 25,5 gramas de gás carbônico equivalente (CO2e), esse valor cai para 18 g CO2e/MJ quando a intensificação é devidamente calculada.
Os números foram comemorados pelos fabricantes norte-americanos. “Os dados mostram que as fazendas estão se tornando mais eficientes no mundo todo. Estamos usando menos terra”, disse Don Scott, diretor de sustentabilidade da Associação Nacional de Biodiesel (NBB, na sigla em inglês)
A íntegra do estudo pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O biodiesel pode ser mais limpo do que se supunha. Os resultados de um trabalho de pesquisa conduzido pela Universidade de Purdue – Estados Unidos – sugerem que as modelagens anteriores subestimaram os benefícios ambientais envolvidos na troca de diesel fóssil pelo combustível renovável.
Segundo os pesquisadores, o centro da questão está na forma como são contabilizadas as emissões envolvidas na abertura de novas áreas para o plantio matérias-primas que vão abastecer as usinas de biodiesel. Para minimizar o risco de que a produção de biocombustíveis se torne um vetor de desmatamento, o governo dos Estados Unidos adotou modelos computacionais que estima a resposta econômica e os incentivos para a abertura de novas terras agrícolas.
O problema, segundo os pesquisadores, é que os modelos atuais não levam em conta adequadamente a intensificação da produção agrícolas em áreas já consolidadas – seja na forma do plantio de safras adicionais e ou da recuperação de área degradas.
Segundo as contas dos pesquisadores, dependendo do modelo utilizado as emissões do biodiesel podem cair até 29,5% se a intensificação for levada em conta. O modelo mais atual considera de cada novo megajoule de energia produzido com biocombustível emite 25,5 gramas de gás carbônico equivalente (CO2e), esse valor cai para 18 g CO2e/MJ quando a intensificação é devidamente calculada.
Os números foram comemorados pelos fabricantes norte-americanos. “Os dados mostram que as fazendas estão se tornando mais eficientes no mundo todo. Estamos usando menos terra”, disse Don Scott, diretor de sustentabilidade da Associação Nacional de Biodiesel (NBB, na sigla em inglês)
A íntegra do estudo pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com