Segundo os dados mais recentes a produção do ciclo atual deve ir de 146 até 153,8 milhões de toneladas
Ao menos até agora, tudo parece indicar que a produção de brasileira de soja no ciclo 2022/23 vai ser rede encher os olhos. E os silos. É o que indicam as estimativas que já foram divulgadas a respeito da safra. Em média, os números mais recentes apontam para uma colheita de 151,3 milhões de toneladas.
Esse número representa a médias entre os valores que foram divulgados por cinco diferentes fontes – Conab, Fiesp, IGC, StoneX e USDA – ao longo de outubro. Pelas contas dos membros deste grupo, a produção da oleaginosa deve ficar em algum ponto entre 146 e 153,8 milhões de toneladas.
Embora a faixa seja bastante elástica. A maior parte das apostas está solidamente acima da marca dos 150 milhões de toneladas. A única estimativa divergente é do Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) que coloca a produção brasileira em 146 milhões de toneladas.
Ao menos até agora, tudo parece indicar que a produção de brasileira de soja no ciclo 2022/23 vai ser rede encher os olhos. E os silos. É o que indicam as estimativas que já foram divulgadas a respeito da safra. Em média, os números mais recentes apontam para uma colheita de 151,3 milhões de toneladas.
Esse número representa a médias entre os valores que foram divulgados por cinco diferentes fontes – Conab, Fiesp, IGC, StoneX e USDA – ao longo de outubro. Pelas contas dos membros deste grupo, a produção da oleaginosa deve ficar em algum ponto entre 146 e 153,8 milhões de toneladas.
Embora a faixa seja bastante elástica. A maior parte das apostas está solidamente acima da marca dos 150 milhões de toneladas. A única estimativa divergente é do Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) que coloca a produção brasileira em 146 milhões de toneladas.
O IGC tem sido consistentemente o mais pessimista dos agentes acompanhados por BiodieselBR.com. De maio até junho, as projeções do órgão indicavam uma colheita de 143 milhões de toneladas. Nas duas atualizações mais recentes, contudo, a entidade que tem sede no Reino Unido aumentou em 3 milhões de toneladas – 2,1% – suas estimativas para a soja brasileira.
Teto
Já a mais otimista a respeito da safra brasileira é a StoneX. A consultoria de origem norte-americana vem, desde sua primeira publicação sobre a soja no ciclo 2022/23, cravando números bem acima de 150 milhões de toneladas.
E mesmo ela vem aumentando suas projeções. De 152,6 milhões de toneladas em agosto até 153,8 milhões de toneladas em outubro.
Todas as outras organizações que já publicaram mais de uma estimativa sobre a soja brasileira também melhoraram os números. Até AgResource que, em agosto, havia colocado a produção entre 145,6 milhões (limite inferior) e 151,8 milhões de toneladas (limite superior); na atualização de setembro veio com números muito mais perto de seu teto com 151,2 milhões de toneladas.
Primeiras projeções
De maio até julho, as primeiras projeções publicadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Pátria Agronegócios e IGC apontavam para um cenário bem mais modesto que o atual.
Nesse período as médias variavam entre 147,5 e 146 milhões de toneladas. Foi só a partir de agosto que os números realmente começaram a subir. De julho até agora, a média das estimativas já avançou 3,6% acrescentando mais 5,3 milhões de toneladas à conta.
Vale destacar que, mesmo no ponto mais baixo, o consenso era que a colheita do próximo ano será recorde.
Ponto de atenção
Apesar do otimismo generalizado, o jogo não está ganho. Várias regiões produtoras nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul vêm sofrendo com chuvas intensas que estão atrapalhando os trabalhos do plantio de soja.
Isso fez com que a AgRural – uma das consultorias incluídas nesse compilado – a indicar que pode reduzir suas projeções para a safra de soja.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com