Embora o biodiesel de mamona esteja desacreditado aqui no Brasil, em outras partes do globo ainda há gente trabalhando para viabilizar essa matéria-prima. É o caso de um grupo de pesquisadores do Irã que, recentemente, desenvolveu um sistema integrado para a produção de biodiesel e etanol de 2ª geração a partir desta cultura.
Embora o biodiesel de mamona esteja desacreditado aqui no Brasil, em outras partes do globo ainda há gente trabalhando para viabilizar essa matéria-prima. É o caso de um grupo de pesquisadores do Irã que, recentemente, desenvolveu um sistema integrado para a produção de biodiesel e etanol de 2ª geração a partir desta cultura.
Um dos atrativos dessa cultura é sua relativa tolerância à terrenos agrícolas de pior qualidade o que a torna uma boa opção em regiões de clima mais árido.
Partindo do conceito de biorrefinaria – que procura aproveitar integralmente da biomassa para fabricar produtos diversificados –, os engenheiros químicos da Universidade Isfahan de Tecnologia passaram a processar parcelas que seriam normalmente descartadas como as folhas e galhos na produção de etanol. Mais do que isso, eles passaram a substituir o metanol usado na produção de biodiesel a partir do óleo de mamona pelo etanol fabricado no próprio processo.
Com isso avançaram na verticalização e reduziram o uso de recursos não renováveis no processo produtivo.
A biomassa residual foi pré-processada para formar um substrato homogêneo que então passou por um processo de fermentação anaeróbicas. O rendimento não é dos mais impressionantes, cada quilo de biomassa rendeu pouco mais de 30 gramas de etanol. Mas os pesquisadores ressaltam que ele prova o conceito de que, com as tecnologias corretas, a mamona pode ampliar seu leque de produtos.
Um resumo do trabalho pode ser consultado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Embora o biodiesel de mamona esteja desacreditado aqui no Brasil, em outras partes do globo ainda há gente trabalhando para viabilizar essa matéria-prima. É o caso de um grupo de pesquisadores do Irã que, recentemente, desenvolveu um sistema integrado para a produção de biodiesel e etanol de 2ª geração a partir desta cultura.
Um dos atrativos dessa cultura é sua relativa tolerância à terrenos agrícolas de pior qualidade o que a torna uma boa opção em regiões de clima mais árido.
Partindo do conceito de biorrefinaria – que procura aproveitar integralmente da biomassa para fabricar produtos diversificados –, os engenheiros químicos da Universidade Isfahan de Tecnologia passaram a processar parcelas que seriam normalmente descartadas como as folhas e galhos na produção de etanol. Mais do que isso, eles passaram a substituir o metanol usado na produção de biodiesel a partir do óleo de mamona pelo etanol fabricado no próprio processo.
Com isso avançaram na verticalização e reduziram o uso de recursos não renováveis no processo produtivo.
A biomassa residual foi pré-processada para formar um substrato homogêneo que então passou por um processo de fermentação anaeróbicas. O rendimento não é dos mais impressionantes, cada quilo de biomassa rendeu pouco mais de 30 gramas de etanol. Mas os pesquisadores ressaltam que ele prova o conceito de que, com as tecnologias corretas, a mamona pode ampliar seu leque de produtos.
Um resumo do trabalho pode ser consultado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com