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Preços dos óleos vegetais tiveram queda de 4% em setembro

Acompanhamento feito pela FAO mostra queda pelo segundo mês seguido despois de repique no mercado ocorrido em julho

BiodieselBR 3 min de leitura

Embora ainda não tenham voltado ao mesmo patamar em que estavam em junho, os mercados de óleos vegetais continuam dando sinais de fraqueza. Segundo os dados mais recentes publicados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços no segmento apresentaram um recuo médio um pouco maior que 3,9% entre o fechamento de agosto e o de setembro.

Pelo indicador desenvolvido pela agência da ONU, a cesta formada pelos 10 óleos mais comercializados no mundo encerrou setembro valendo, em média, 120,9 pontos contra 125,8 em agosto. Foi o segundo mês seguido de contratação nas contações do produto.

Em julho, os preços dos óleos tiveram um repique considerável depois da Rússia ter se retirado de um acordo que permitia a exportação de grãos pelo Mar Negro. Apesar da queda, os preços ainda estão mais de 5 pontos acima do nível que atingiram em junho passado.

Embora ainda não tenham voltado ao mesmo patamar em que estavam em junho, os mercados de óleos vegetais continuam dando sinais de fraqueza. Segundo os dados mais recentes publicados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços no segmento apresentaram um recuo médio um pouco maior que 3,9% entre o fechamento de agosto e o de setembro.

Pelo indicador desenvolvido pela agência da ONU, a cesta formada pelos 10 óleos mais comercializados no mundo encerrou setembro valendo, em média, 120,9 pontos contra 125,8 em agosto. Foi o segundo mês seguido de contratação nas contações do produto.

Em julho, os preços dos óleos tiveram um repique considerável depois da Rússia ter se retirado de um acordo que permitia a exportação de grãos pelo Mar Negro. Apesar da queda, os preços ainda estão mais de 5 pontos acima do nível que atingiram em junho passado.

Segundo os técnicos da FAO, o mercado tem estado pressionado pelo aumento sazonal da produção de óleo de palma no Sudeste da Ásia que se soma ao escoamento da safra de girassol no Leste da Europa. Os mercados de colza e de soja também apresentam indícios de estarem suficientemente abastecidos. O último fator de alta para os óleos no momento é a demanda firme do setor de biodiesel.

Estabilidade

Com quedas também dos segmentos de carnes (-1%) e lácteos (-2,3%), o Índice FAO fechou o mês em relativa estabilidade com uma contração de apenas 0,1%. Tiveram altas os cereais (1%) e, principalmente, o açúcar (9,8%).

De uma forma geral, os preços do índice vêm caindo de forma consistente há cerca de um ano e meio sendo que ao longo dos últimos 12 meses a queda acumulada foi de 10,7%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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