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Óleos vegetais perderam quase metade do valor em um ano

Preços dos óleos vegetais mais comercializados ao redor do mundo vêm recuando de forma acelerada desde março de 2022

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Os óleos vegetais perderam praticamente metade do valor que tinham um ano atrás. De acordo com a mais recente atualização publicada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de seu índice global dos preços dos alimentos, os óleos encerraram o mês passado cotados em 131,8 pontos – exatos 3% menos do que valiam em fevereiro.

Comparado com março do ano passado, os preços acumulam queda de quase 48%.
Vale lembrar, contudo, que em março de 2022, os óleos vegetais atingiram seu maior patamar em 34 anos de histórico com 251,8 pontos.

O movimento atual se deve a contrações nos preços dos óleos de soja, de colza e de girassol. Esses três produtos compensaram a alta nas cotações do óleo de palma que vivem um momento de repique em resposta à condições climáticas desfavoráveis nas regiões produtoras do sudeste asiático.

Os óleos vegetais perderam praticamente metade do valor que tinham um ano atrás. De acordo com a mais recente atualização publicada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de seu índice global dos preços dos alimentos, os óleos encerraram o mês passado cotados em 131,8 pontos – exatos 3% menos do que valiam em fevereiro.

Comparado com março do ano passado, os preços acumulam queda de quase 48%.
Vale lembrar, contudo, que em março de 2022, os óleos vegetais atingiram seu maior patamar em 34 anos de histórico com 251,8 pontos.

O movimento atual se deve a contrações nos preços dos óleos de soja, de colza e de girassol. Esses três produtos compensaram a alta nas cotações do óleo de palma que vivem um momento de repique em resposta à condições climáticas desfavoráveis nas regiões produtoras do sudeste asiático.

Líder

O indicador dos preços de óleos vegetais consolida variações mensais nas cotações dos 10 produtos mais negociados ao redor do mundo e – com outros 5 indicadores específicos – formam o Índice FAO do Preço dos Alimentos.

Embora os preços de praticamente todos os grupos alimentares venham caindo nos últimos meses, grupo dos óleos foi o que apresentou maior queda ao longo do último ano e contribuiu decisivamente para a retração de mais de 20,5% no Indice.

A única exceção nesse periodo foi o açúcar que, depois de bater em 108,6 pontos em outubro passado reverteu sua direção e voltou a se valorizar fechando 7% de alta ao longo do último ano.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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