Óleos vegetais ficaram mais caros em outubro, diz FAO
Os óleos vegetais ficaram mais caros em outubro. A constatação faz parte da nova edição do Índice FAO.
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Os óleos vegetais ficaram 2% mais caros no mês passado. A constatação é da FAO que publicou hoje a nova edição do Índice FAO.
Os óleos vegetais ficaram 2% mais caros no mês passado. A constatação é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que publicou hoje a edição de novembro do Índice FAO – indicador criado para acompanhar os variações nos preços globais dos alimentos.
A média do indicador de óleos para os últimos 5 anos é 201,2 pontos. Os preços de outubro ficaram 7% abaixo desse valor.
Causas Segundo o relatório, as cotações do óleo de palma foram puxadas para cima em função da produção no Sudeste Asiático ter ficado abaixo das projeções. Óleo vegetal mais usado no mundo, a palma teve elevação de 5% atingindo seu maior preço nos últimos 13 meses.
Já o óleo de soja permanece com preços relativamente baixos e, de acordo com a FAO, fechou outubro valendo menos que no mesmo mês do ano passado. Apesar das dificuldades com a atual safra de soja dos Estados Unidos, as projeções para a produção desta oleaginosa continuam favoráveis.
Índice geral Em seu indicador para o mercado de alimentos em geral, o Índice FAO também subiu 1,3% em outubro, ficando em 205,8 pontos. Todos os produtos acompanhados pelos técnicos da organização – além de óleos vegetais, o índice inclui carnes, laticínios, cereais e açúcar – registraram elevação no período. A maior alta individual foi do açúcar que subiu 7,4%.
Isso encerrou uma trajetória de queda que vinha se mantendo desde abril passado. Apesar da elevação, os preços ainda estão 5,3% abaixo dos patamares registrados em outubro do ano passado (217,3 pontos).