Depois de um breve refresco em outubro, os preços globais dos óleos vegetais acompahados pela FAO voltaram a crescer e acumularam alta de 4,5%.
Depois de um breve refresco em outubro, quando recuaram 2,4%, os preços dos óleos vegetais engataram mais uma alta no mês de novembro. Segundo dados recém-divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) a alta acumulada foi pouco superior a 4,5%.
Depois de um breve refresco em outubro, quando recuaram 2,4%, os preços dos óleos vegetais engataram mais uma alta no mês de novembro. Segundo dados recém-divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) a alta acumulada foi pouco superior a 4,5%.
Da cesta de produtos que a organização acompanha para compor o Índice FAO dos Preços dos Alimentos, o grupo óleos foi o que mais subiu em novembro. Foi uma alta superior a 7,5 pontos indo de 167,9 pontos em outubro para 175,6 ponto agora.
Esse é o valor mais elevado para o indicador de óleos vegetais em praticamente dois anos e meio. A última vez que os preços estiveram maiores foi em julho de 2017 quando o índice superou 181 pontos.
Segundo os técnicos da FAO, o motivo foi um repique nos preços do óleo de palma provocado por uma quebra na expectativa de produção nos países do Sudeste Asiático que aumentou a expectativa de estoque mais apertados. As cotações do óleo de soja também aumentaram refletindo a demanda global pelo produto.
A perspectivas de um consumo maior de óleos para a produção de biodiesel também contribui para o aumento de preços. No horizonte global há expectativa crescimento na demanda pelos Estados Unidos, Brasil, Indonésia e Malásia em função de compromissos regulatórios assumidos.
Queda
Apesar da alta forte nos óleos vegetais, o Índice FAO encerrou o mês com 171,3 pontos, uma queda de pouco menos de 0,5%.
Dos demais grupos acompanhados pela agência internacional apenas os laticínios tiveram alta de 1,9%. Carnes (0,2%), cereais (0,6%) e açúcar (8,9%) registaram variações negativas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois de um breve refresco em outubro, quando recuaram 2,4%, os preços dos óleos vegetais engataram mais uma alta no mês de novembro. Segundo dados recém-divulgados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) a alta acumulada foi pouco superior a 4,5%.
Da cesta de produtos que a organização acompanha para compor o Índice FAO dos Preços dos Alimentos, o grupo óleos foi o que mais subiu em novembro. Foi uma alta superior a 7,5 pontos indo de 167,9 pontos em outubro para 175,6 ponto agora.
Esse é o valor mais elevado para o indicador de óleos vegetais em praticamente dois anos e meio. A última vez que os preços estiveram maiores foi em julho de 2017 quando o índice superou 181 pontos.
Segundo os técnicos da FAO, o motivo foi um repique nos preços do óleo de palma provocado por uma quebra na expectativa de produção nos países do Sudeste Asiático que aumentou a expectativa de estoque mais apertados. As cotações do óleo de soja também aumentaram refletindo a demanda global pelo produto.
A perspectivas de um consumo maior de óleos para a produção de biodiesel também contribui para o aumento de preços. No horizonte global há expectativa crescimento na demanda pelos Estados Unidos, Brasil, Indonésia e Malásia em função de compromissos regulatórios assumidos.
Queda
Apesar da alta forte nos óleos vegetais, o Índice FAO encerrou o mês com 171,3 pontos, uma queda de pouco menos de 0,5%.
Dos demais grupos acompanhados pela agência internacional apenas os laticínios tiveram alta de 1,9%. Carnes (0,2%), cereais (0,6%) e açúcar (8,9%) registaram variações negativas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com