Cesta de produtos acompanhada pela FAO acumulou alta de 108% ao longo dos últimos 11 meses
O mercado internacional dos óleos vegetais continua superaquecido. De acordo com os dados compilados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) ao longo do último mês para compor seu Índice de Preços dos Alimentos, as cotações dois óleos atingiram seu patamar mais elevados dos últimos 10 anos. O indicador acompanha as variações nos preços de uma cesta formada pelos 10 óleos vegetais mais negociados ao redor do globo.
Segundo a agência da ONU, o indicador para óleos fechou o mês passado cotado em exatos 162 pontos, alta de 1,8% sobre o número de março. Ao longo dos últimos 11 meses os óleos vegetais já se valorizaram aproximadamente 108,2%.
Com mais essa alta, os óleos vegetais estão praticamente colados nos 162,3 pontos registrados no mês de maio de 2011.
O mercado internacional dos óleos vegetais continua superaquecido. De acordo com os dados compilados pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) ao longo do último mês para compor seu Índice de Preços dos Alimentos, as cotações dois óleos atingiram seu patamar mais elevados dos últimos 10 anos. O indicador acompanha as variações nos preços de uma cesta formada pelos 10 óleos vegetais mais negociados ao redor do globo.
Segundo a agência da ONU, o indicador para óleos fechou o mês passado cotado em exatos 162 pontos, alta de 1,8% sobre o número de março. Ao longo dos últimos 11 meses os óleos vegetais já se valorizaram aproximadamente 108,2%.
Com mais essa alta, os óleos vegetais estão praticamente colados nos 162,3 pontos registrados no mês de maio de 2011.
Apesar de mais um mês no campo positivo, o rally perdeu força. O reajuste de abril foi o menor dos últimos 6 meses.
Os óleos de soja, colza e palma puxaram as altas. Em todos os casos a oferta desses produtos têm se mantido apertada em relação à demanda. Já o óleo de girassol caminhou em direção inversa e registrou queda no mês. Esses números sinalizam que a redução da mistura obrigatória de biodiesel no Brasil – de 13% para 10% – anunciada em 09 de abril teve impacto limitado sobre e que os custos das matérias-primas devem continuar pressionando a indústria.
Alta generalizada
Além dos óleos, a FAO constatou aumentos nos mercados de carnes (1,7%), lácteos (1,2%), cereais (1,2%) e açúcar (3,9%). Dessa forma, o Índice FAO foi a 120,9 pontos acumulando alta de 30,8% ao longo dos últimos 12 meses.
Esse é o maior nível para o indicador desde maio de 2014.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com