
O governo sul-coreano está enfrentando resistência do setor de petróleo para seguir com o plano de aumentar a adição de biodiesel.
O governo sul-coreano está em meio a uma queda de braço. De um lado, as empresas de petróleo, que tentam convencê-lo a não aumentar a mistura de biodiesel ao diesel; no lado oposto, os fabricantes de biodiesel que querem que o governo mantenha o plano de elevar a mistura no ano que vem. Hoje, o diesel consumido no país leva 2% de biodiesel, mas o plano é que o teor seja elevado variando entre 3% e 5%.
As refinarias argumentam que já estão lidando com queda nos lucros das exportações por conta do fortalecimento da moeda nacional (won sul-coreano). "Não queremos ver a mistura subir no próximo ano porque isso irá impactar nos custos de produção e, eventualmente, aumentará o fardo para os consumidores", disse, na condição de anonimato, um funcionário de uma refinaria local.
Já os produtores sul-coreanos de biodiesel articulam para que o governo recupere o plano originalmente proposto, que prevê o aumento da mistura para 5%.
A Coreia do Sul foi o primeiro país asiático a misturar biodiesel ao diesel em 2007. Pelo cronograma original, o Ministério de Energia teria que ter elevado o padrão da mistura para 5%, mas manteve-o em 2% devido aos protestos das refinarias. O governo também isentou a mistura de biodiesel ao diesel de impostos a fim de estimular o consumo do combustível de queima limpa.
Segundo o presidente da Associação de Bioenergia da Coreia, Choi Won-Do, o adiamento do novo marco regulatório teve um efeito negativo sobre os fabricantes de biodiesel.
Cátia Franco - BiodieselBR.com
Com informações Platts
O governo sul-coreano está em meio a uma queda de braço. De um lado, as empresas de petróleo, que tentam convencê-lo a não aumentar a mistura de biodiesel ao diesel; no lado oposto, os fabricantes de biodiesel que querem que o governo mantenha o plano de elevar a mistura no ano que vem. Hoje, o diesel consumido no país leva 2% de biodiesel, mas o plano é que o teor seja elevado variando entre 3% e 5%.
As refinarias argumentam que já estão lidando com queda nos lucros das exportações por conta do fortalecimento da moeda nacional (won sul-coreano). "Não queremos ver a mistura subir no próximo ano porque isso irá impactar nos custos de produção e, eventualmente, aumentará o fardo para os consumidores", disse, na condição de anonimato, um funcionário de uma refinaria local.
Já os produtores sul-coreanos de biodiesel articulam para que o governo recupere o plano originalmente proposto, que prevê o aumento da mistura para 5%.
A Coreia do Sul foi o primeiro país asiático a misturar biodiesel ao diesel em 2007. Pelo cronograma original, o Ministério de Energia teria que ter elevado o padrão da mistura para 5%, mas manteve-o em 2% devido aos protestos das refinarias. O governo também isentou a mistura de biodiesel ao diesel de impostos a fim de estimular o consumo do combustível de queima limpa.
Segundo o presidente da Associação de Bioenergia da Coreia, Choi Won-Do, o adiamento do novo marco regulatório teve um efeito negativo sobre os fabricantes de biodiesel.
Cátia Franco - BiodieselBR.com
Com informações Platts