Processo de implementação da nova mistura foi adiado em função dos impactos da Covid-19
Depois de um hiato de dois meses causado pela epidemia do coronavírus, o governo da Malásia está se preparando para retomar o cronograma de implementação do B20 em todo o território nacional. Segundo informações repassada à imprensa pelo Ministério de Plantações e Commodities, o processo deverá ser retomado a partir de setembro.
A processo de adoção da nova mistura pelo setor de transportes havia sido iniciada em janeiro pelos territórios de Langkawi e Labuan – compostos de várias ilhas espalhadas pelo Oceano Pacífico. O país estava usando B10 no setor de transportes e B7 para usos industriais desde julho de 2019.
Depois de um hiato de dois meses causado pela epidemia do coronavírus, o governo da Malásia está se preparando para retomar o cronograma de implementação do B20 em todo o território nacional. Segundo informações repassada à imprensa pelo Ministério de Plantações e Commodities, o processo deverá ser retomado a partir de setembro.
A processo de adoção da nova mistura pelo setor de transportes havia sido iniciada em janeiro pelos territórios de Langkawi e Labuan – compostos de várias ilhas espalhadas pelo Oceano Pacífico. O país estava usando B10 no setor de transportes e B7 para usos industriais desde julho de 2019.
Pelo plano original, o próximo passo seria adoção da nova mistura nas províncias de Sarawak e Sabah – as duas maiores do país. O processo nesses dois territórios seria iniciado em abril e se estenderia até agosto; agora, a introdução em Sarawak deverá acontecer apenas a partir de setembro e Sabah deverá ficar para o ano que vem.
O novo cronograma foi pactuado entre o governo da Malásia e empresas do setor de petróleo numa reunião realizada nessa terça-feira (19).
Apesar da mudança, a expectativa do governo malaio é que a nova mistura esteja valendo em todo o território nacional a partir de junho do ano que vem. A estimativa é que o mercado de biodiesel absorva aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de óleo de palma e reduza as emissões em cerca de 3,8 milhões de toneladas de gás carbônico por ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com