A adoção do B20 pela Indonésia não está sendo um processo dos mais tranquilos. Passada a primeira metade do ano, a Pertamina – a petroleira estatal do país asiático – reconheceu ter usado apenas 50 milhões de litros no mercado de diesel não subsidiado. Uma fração ínfima dos 1,3 bilhão de litros projetados para o ano como um todo.
A adoção do B20 pela Indonésia não está sendo um processo dos mais tranquilos. Passada a primeira metade do ano, a Pertamina – a petroleira estatal do país asiático – reconheceu ter usado apenas 50 milhões de litros no mercado de diesel não subsidiado. Uma fração ínfima dos 1,3 bilhão de litros projetados para o ano como um todo.
A Indonésia adotou o B20 como mistura oficial este ano. O avanço acontece menos de um ano depois da adoção do B15, mostrando que o governo de Jacarta tem pressa em alavancar o mercado nacional de biocombustíveis criando um polo adicional de demanda para o óleo de palma que produz.
Dois mercados
A Indonésia tem dois mercados de óleo diesel: um recebe subsídios do governo e o outro não. Por enquanto, os problemas com a mistura estão concentrados apenas nesse segundo.
De acordo com a Pertamina, a mistura obrigatória no mercado subsidiado deverá consumir cerca de 3,2 bilhões de litros de biodiesel.
Para reduzir a fricção envolvida no processo de ampliação da mistura de biodiesel, recentemente o governo indonésio estabeleceu o Fundo Indonésio da Propriedade da Palma-de-Óleo que usa parte dos recursos arrecadados com a cobrança de impostos sobre a exportação de óleo de palma para igualar o custo do biodiesel e do diesel mineral.
Segundo o presidente do fundo, Bayu Krinsnamurthi, a demora para que a demanda de biodiesel no mercado não subsidiado engrene sinaliza que a mistura obrigatória ainda não foi totalmente implementada. “Não há incentivos do Fundo para negócios que usem diesel não subsidiado. Nós damos incentivos apenas no preço do diesel subsidiado misturado com biocombustível”, comentou Bayu.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A adoção do B20 pela Indonésia não está sendo um processo dos mais tranquilos. Passada a primeira metade do ano, a Pertamina – a petroleira estatal do país asiático – reconheceu ter usado apenas 50 milhões de litros no mercado de diesel não subsidiado. Uma fração ínfima dos 1,3 bilhão de litros projetados para o ano como um todo.
A Indonésia adotou o B20 como mistura oficial este ano. O avanço acontece menos de um ano depois da adoção do B15, mostrando que o governo de Jacarta tem pressa em alavancar o mercado nacional de biocombustíveis criando um polo adicional de demanda para o óleo de palma que produz.
Dois mercados
A Indonésia tem dois mercados de óleo diesel: um recebe subsídios do governo e o outro não. Por enquanto, os problemas com a mistura estão concentrados apenas nesse segundo.
De acordo com a Pertamina, a mistura obrigatória no mercado subsidiado deverá consumir cerca de 3,2 bilhões de litros de biodiesel.
Para reduzir a fricção envolvida no processo de ampliação da mistura de biodiesel, recentemente o governo indonésio estabeleceu o Fundo Indonésio da Propriedade da Palma-de-Óleo que usa parte dos recursos arrecadados com a cobrança de impostos sobre a exportação de óleo de palma para igualar o custo do biodiesel e do diesel mineral.
Segundo o presidente do fundo, Bayu Krinsnamurthi, a demora para que a demanda de biodiesel no mercado não subsidiado engrene sinaliza que a mistura obrigatória ainda não foi totalmente implementada. “Não há incentivos do Fundo para negócios que usem diesel não subsidiado. Nós damos incentivos apenas no preço do diesel subsidiado misturado com biocombustível”, comentou Bayu.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com