O B8 já é uma realidade na França. O decreto que oficializa a nova mistura foi editado no último dia de 2014 pelo Ministério de Energia do país europeu.O B8 já é uma realidade na França. De acordo com a agência de notícias Reuters, no último dia de 2013, o Ministério de Energia francês emitiu um decreto elevando o patamar da mistura de biodiesel ao diesel consumido no país de 7% para 8%.

O B8 já é uma realidade na França. De acordo com a agência de notícias Reuters, no último dia de 2013, o Ministério de Energia francês emitiu um decreto elevando o patamar da mistura de biodiesel ao diesel consumido no país de 7% para 8%.
A medida não está recebendo uma recepção das mais amistosas, antes mesmo do anuncio oficial a entidade representativa do setor de petróleo do país já criticava a medida. Agora, representantes dos setores automobilístico e petrolífero europeu estão engrossando o coro ao alegar que o aumento da mistura pode inflacionar os custos de logística e de abastecimento.
A FuelsEurope, porta-voz das refinarias e revendedoras de petróleo da União Europeia, e a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA, na sigla original) fizeram uma declaração conjunta na qual afirmam que o decreto pode levar a uma fragmentação no mercado de combustíveis usados no transporte rodoviário. "Um desvio deste padrão, feito individualmente por um Estado-Membro, não é nem do interesse dos consumidores, nem a economia da UE", declararam as entidades.
Ainda segundo a nota, a decisão do governo francês em aumentar a mistura "coloca em risco os consumidores cujos veículos têm uma garantia que cobre um combustível diesel adicionado a, no máximo, 7% de biodiesel."
Colza
Motivo de “preocupação” para uns, alegria para outros. Quem está vibrando com o aumento da mistura obrigatória são os produtores e processadores franceses de colza, cujo óleo é a principal matéria-prima usada na fabricação do biodiesel feito no país. A França é o segundo maior produtor de colza da UE, ficando atrás somente da vizinha Alemanha.
O anúncio do decreto francês impulsionou em quase 4% o preço da colza negociada nos contratos do mercado de futuros europeu na semana passada.
Um porta-voz do Ministério da Agricultura da França disse que o decreto consiste em uma adaptação técnica para permitir que as companhias de petróleo cumpram as metas existentes, sem recorrer ao óleo de palma importado.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Reuters

O B8 já é uma realidade na França. De acordo com a agência de notícias Reuters, no último dia de 2013, o Ministério de Energia francês emitiu um decreto elevando o patamar da mistura de biodiesel ao diesel consumido no país de 7% para 8%.
A medida não está recebendo uma recepção das mais amistosas, antes mesmo do anuncio oficial a entidade representativa do setor de petróleo do país já criticava a medida. Agora, representantes dos setores automobilístico e petrolífero europeu estão engrossando o coro ao alegar que o aumento da mistura pode inflacionar os custos de logística e de abastecimento.
A FuelsEurope, porta-voz das refinarias e revendedoras de petróleo da União Europeia, e a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA, na sigla original) fizeram uma declaração conjunta na qual afirmam que o decreto pode levar a uma fragmentação no mercado de combustíveis usados no transporte rodoviário. "Um desvio deste padrão, feito individualmente por um Estado-Membro, não é nem do interesse dos consumidores, nem a economia da UE", declararam as entidades.
Ainda segundo a nota, a decisão do governo francês em aumentar a mistura "coloca em risco os consumidores cujos veículos têm uma garantia que cobre um combustível diesel adicionado a, no máximo, 7% de biodiesel."
Colza
Motivo de “preocupação” para uns, alegria para outros. Quem está vibrando com o aumento da mistura obrigatória são os produtores e processadores franceses de colza, cujo óleo é a principal matéria-prima usada na fabricação do biodiesel feito no país. A França é o segundo maior produtor de colza da UE, ficando atrás somente da vizinha Alemanha.
O anúncio do decreto francês impulsionou em quase 4% o preço da colza negociada nos contratos do mercado de futuros europeu na semana passada.
Um porta-voz do Ministério da Agricultura da França disse que o decreto consiste em uma adaptação técnica para permitir que as companhias de petróleo cumpram as metas existentes, sem recorrer ao óleo de palma importado.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Reuters