Depois da cidade de Nova York implantar o B5, a adição de biodiesel no óleo de calefação está se expandindo por outras áreas do estado norte-americano.
Depois de se tornar obrigatório na cidade de Nova York, o uso de biodiesel no óleo de calefação começa a se expandir pelo restante do estado de Nova York. Uma lei estadual aprovada ontem (22) torna a adição de 5% de biocombustível ao óleo usado no aquecimento de edifícios dos condatos – uma espécie de subdivisão administrativa entre estados e cidades – de Nassau, Suffolk e Westchester.
Depois de se tornar obrigatório na cidade de Nova York, o uso de biodiesel no óleo de calefação começa a se expandir pelo restante do estado de Nova York. Uma lei estadual aprovada ontem (22) torna a adição de 5% de biocombustível ao óleo usado no aquecimento de edifícios dos condatos – uma espécie de subdivisão administrativa entre estados e cidades – de Nassau, Suffolk e Westchester.
Juntas, essas três regiões concentram mais de 3,9 milhões de pessoas. A partir de julho do ano que vem, eles se somarão aos quase 8,5 milhões de nova-iorquinos como consumidores do chamado bioheat – espécie de marca usada pelos fabricantes para distinguir o óleo com adição de biodiesel do 100% fóssil.
Pela lei aprovada, a mistura passa a ser efetiva a partir de julho do ano que vem. O texto agora espera pela assinatura do governador de Nova York Andrew Cuomo.
Mercado Potencial
Embora não seja comum no Brasil, o óleo de calefação é um grande negócio nos Estados Unidos. Segundo dados da Administração para Informação em Energia (EIA), em 2015 os norte-americanos consumiram cerca de 15,2 bilhões de litros de óleo de calefação apenas para uso residencial.
A região noroeste – na qual o estado de Nova York está inserido – concentra 84% dessa demanda.
Pelas contas da Aliança Nacional de Pesquisa em Óleo de Calefação, a demanda por biocombustível chegaria a 1,1 bilhão de litros por ano caso fosse adotado a mistura de 5% fosse uma política nacional.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Depois de se tornar obrigatório na cidade de Nova York, o uso de biodiesel no óleo de calefação começa a se expandir pelo restante do estado de Nova York. Uma lei estadual aprovada ontem (22) torna a adição de 5% de biocombustível ao óleo usado no aquecimento de edifícios dos condatos – uma espécie de subdivisão administrativa entre estados e cidades – de Nassau, Suffolk e Westchester.
Juntas, essas três regiões concentram mais de 3,9 milhões de pessoas. A partir de julho do ano que vem, eles se somarão aos quase 8,5 milhões de nova-iorquinos como consumidores do chamado bioheat – espécie de marca usada pelos fabricantes para distinguir o óleo com adição de biodiesel do 100% fóssil.
Pela lei aprovada, a mistura passa a ser efetiva a partir de julho do ano que vem. O texto agora espera pela assinatura do governador de Nova York Andrew Cuomo.
Mercado Potencial
Embora não seja comum no Brasil, o óleo de calefação é um grande negócio nos Estados Unidos. Segundo dados da Administração para Informação em Energia (EIA), em 2015 os norte-americanos consumiram cerca de 15,2 bilhões de litros de óleo de calefação apenas para uso residencial.
A região noroeste – na qual o estado de Nova York está inserido – concentra 84% dessa demanda.
Pelas contas da Aliança Nacional de Pesquisa em Óleo de Calefação, a demanda por biocombustível chegaria a 1,1 bilhão de litros por ano caso fosse adotado a mistura de 5% fosse uma política nacional.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com