Uma nova regra para a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) em discussão pelo governo da Alemanha pode ter como efeito colateral uma redução nas perspectivas de adição de biodiesel ao combustível fóssil. Os produtores do país europeu estão, obviamente, insatisfeitos com esse desdobramento.
Uma nova regra para a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) em discussão pelo governo da Alemanha pode ter como efeito colateral uma redução nas perspectivas de adição de biodiesel ao combustível fóssil. Os produtores do país europeu estão, obviamente, insatisfeitos com esse desdobramento.
Curiosamente, esse corte está sendo justificado porque a performance ambiental do biocombustível é melhor do que o inicialmente previsto. Desde que o parlamento alemão aprovou a atual lei que promove o uso de biocombustíveis em julho de 2009 já se sabia que a forma de determinar as metas seria modificada a partir de 2015. Inicialmente a mistura seria medida em função da quantidade de energia dos combustíveis, depois, o que contaria eram as emissões de GEEs.
Pela regra, a petroleiras terão que reduzir as emissões em pelo menos 3,5% entre este e o próximo ano com o percentual subindo para 6% até 2020. O problema é que como o balanço de carbono do biodiesel vem se mostrando mais favorável, seria possível atingir as metas misturando volumes menores de biocombustível em relação ao formato atual da regra.
“É uma situação paradoxal em que a mistura é reduzida por seu sucesso”, reclamou o CEO da Associação da Indústria de Biocombustíveis da Alemanha (VBD, na sigla original), Elmar Baumann, à imprensa local.
O anuncio vem num período em que a indústria da Alemanha vivia uma retomada. Segundo a VBD, a produção das usinas alemãs somou 1,07 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2015, alta de 20,6% sobre as 894 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Berliner Morgenpost
Uma nova regra para a redução das emissões de gases do efeito estufa (GEEs) em discussão pelo governo da Alemanha pode ter como efeito colateral uma redução nas perspectivas de adição de biodiesel ao combustível fóssil. Os produtores do país europeu estão, obviamente, insatisfeitos com esse desdobramento.
Curiosamente, esse corte está sendo justificado porque a performance ambiental do biocombustível é melhor do que o inicialmente previsto. Desde que o parlamento alemão aprovou a atual lei que promove o uso de biocombustíveis em julho de 2009 já se sabia que a forma de determinar as metas seria modificada a partir de 2015. Inicialmente a mistura seria medida em função da quantidade de energia dos combustíveis, depois, o que contaria eram as emissões de GEEs.
Pela regra, a petroleiras terão que reduzir as emissões em pelo menos 3,5% entre este e o próximo ano com o percentual subindo para 6% até 2020. O problema é que como o balanço de carbono do biodiesel vem se mostrando mais favorável, seria possível atingir as metas misturando volumes menores de biocombustível em relação ao formato atual da regra.
“É uma situação paradoxal em que a mistura é reduzida por seu sucesso”, reclamou o CEO da Associação da Indústria de Biocombustíveis da Alemanha (VBD, na sigla original), Elmar Baumann, à imprensa local.
O anuncio vem num período em que a indústria da Alemanha vivia uma retomada. Segundo a VBD, a produção das usinas alemãs somou 1,07 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2015, alta de 20,6% sobre as 894 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Berliner Morgenpost