O biodiesel foi vítima do próprio sucesso. De acordo com a Ufop – entidade que representa os fabricantes de biodiesel da Alemanha –, desde que o governo alemão passou a considerar as reduções de emissões de gás carbônico para contabilizar o uso de biocombustíveis, a demanda por biodiesel no país europeu está em queda. Isso porque o biodiesel tem uma performance ambiental muito superior à inicialmente prevista.
O biodiesel foi vítima do próprio sucesso. De acordo com a Ufop – entidade que representa os fabricantes de biodiesel da Alemanha –, desde que o governo alemão passou a considerar as reduções de emissões de gás carbônico para contabilizar o uso de biocombustíveis, a demanda por biodiesel no país europeu está em queda. Isso porque o biodiesel tem uma performance ambiental muito superior à inicialmente prevista.
Entre o ano passado e 2014, os alemães consumiram aproximadamente 165 mil toneladas menos biodiesel – indo de 2,3 para 2,1 milhões de toneladas. Esse foi o menor nível de consumo de biodiesel na Alemanha desde que a série histórica foi iniciada em 2007.
Isso apesar do país ter consumido o volume recorde de 37 milhões de toneladas de diesel fóssil no ano passado. A proporção de mistura entre biodiesel e óleo diesel foi de aproximadamente 5,7% contra 6,5% um ano antes.
Emissões
Segundo a Ufop, o mau resultado foi provocado depois que o governo da Alemanha passou a usar uma nova metodologia na hora de determinar quanto biocombustível deve ser adicionado aos combustíveis fósseis.
Antes, o governo Alemão determinava que os combustíveis fosseis tivessem um percentual mínimo de biocombustíveis adicionados – contado não pelo volume como acontece aqui no Brasil, mas pelo teor energético. Desde 01 de janeiro de 2015, o governo Alemão passou a exigir que as emissões de gases do efeito estufa dos combustíveis sejam reduzidas em 3,5%.
Segundo as projeções iniciais do governo alemão o biodiesel seria capaz de reduzir em cerca de 35% as emissões de CO2 quando comparado ao diesel mineral. Contudo, o número de usinas certificadas acabou elevando a média do setor para 60%.
Isso permitiu que a meta fosse atingida usando um volume menor de biodiesel.
A Ufop espera agora que o governo alemão aumente as metas de redução de gases do efeito estufa abrindo espaço para um aumento na demanda de biodiesel. Hoje, as regras do país permitem a adição de até 7% de biodiesel.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O biodiesel foi vítima do próprio sucesso. De acordo com a Ufop – entidade que representa os fabricantes de biodiesel da Alemanha –, desde que o governo alemão passou a considerar as reduções de emissões de gás carbônico para contabilizar o uso de biocombustíveis, a demanda por biodiesel no país europeu está em queda. Isso porque o biodiesel tem uma performance ambiental muito superior à inicialmente prevista.
Entre o ano passado e 2014, os alemães consumiram aproximadamente 165 mil toneladas menos biodiesel – indo de 2,3 para 2,1 milhões de toneladas. Esse foi o menor nível de consumo de biodiesel na Alemanha desde que a série histórica foi iniciada em 2007.
Isso apesar do país ter consumido o volume recorde de 37 milhões de toneladas de diesel fóssil no ano passado. A proporção de mistura entre biodiesel e óleo diesel foi de aproximadamente 5,7% contra 6,5% um ano antes.
Emissões
Segundo a Ufop, o mau resultado foi provocado depois que o governo da Alemanha passou a usar uma nova metodologia na hora de determinar quanto biocombustível deve ser adicionado aos combustíveis fósseis.
Antes, o governo Alemão determinava que os combustíveis fosseis tivessem um percentual mínimo de biocombustíveis adicionados – contado não pelo volume como acontece aqui no Brasil, mas pelo teor energético. Desde 01 de janeiro de 2015, o governo Alemão passou a exigir que as emissões de gases do efeito estufa dos combustíveis sejam reduzidas em 3,5%.
Segundo as projeções iniciais do governo alemão o biodiesel seria capaz de reduzir em cerca de 35% as emissões de CO2 quando comparado ao diesel mineral. Contudo, o número de usinas certificadas acabou elevando a média do setor para 60%.
Isso permitiu que a meta fosse atingida usando um volume menor de biodiesel.
A Ufop espera agora que o governo alemão aumente as metas de redução de gases do efeito estufa abrindo espaço para um aumento na demanda de biodiesel. Hoje, as regras do país permitem a adição de até 7% de biodiesel.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com