Após três quedas, cotações reagem em cima das boas perspectivas para o biodiesel.
Contrariando a tendência de queda no mercado de commodities, a soja abriu a semana em valorização de 0,86%. Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em julho fechou cotado a 588,25 centavos de dólar por bushel (US$ 12,97 por saca). A alta interrompe uma seqüência de três quedas consecutivas. Entretanto, no acumulado do mês, o preço da soja acumula leve valorização.
De acordo com o analista de commodities da Cerealpar, Steve Cachia, as perspectivas positivas para o mercado de biodiesel puxaram as cotações da oleaginosa, que chegaram a testar níveis mais altos ao longo do dia. "Após acumularem algum ganho, os fundos de investimento entraram realizando lucros e impediram uma alta mais expressiva", explica o analista.
Para Cachia, há uma expectativa positiva para os preços da soja a partir dos novos números de plantio nos Estados Unidos, que serão divulgados na semana que vem. Há quem aposte em uma expansão menor do que a prevista no último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No documento, a entidade estimou um crescimento de 8% na área destinada à oleaginosa.
Gerson de Freitas Jr.
Contrariando a tendência de queda no mercado de commodities, a soja abriu a semana em valorização de 0,86%. Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em julho fechou cotado a 588,25 centavos de dólar por bushel (US$ 12,97 por saca). A alta interrompe uma seqüência de três quedas consecutivas. Entretanto, no acumulado do mês, o preço da soja acumula leve valorização.
De acordo com o analista de commodities da Cerealpar, Steve Cachia, as perspectivas positivas para o mercado de biodiesel puxaram as cotações da oleaginosa, que chegaram a testar níveis mais altos ao longo do dia. "Após acumularem algum ganho, os fundos de investimento entraram realizando lucros e impediram uma alta mais expressiva", explica o analista.
Para Cachia, há uma expectativa positiva para os preços da soja a partir dos novos números de plantio nos Estados Unidos, que serão divulgados na semana que vem. Há quem aposte em uma expansão menor do que a prevista no último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No documento, a entidade estimou um crescimento de 8% na área destinada à oleaginosa.
Gerson de Freitas Jr.