MDA libera verba para projeto da Afubra
Contrato será assinado na terça-feira entre a entidade e a Caixa Econômica Federal. Contando as duas iniciativas, financiamento chega a R$ 324 mil
Representantes da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e da Caixa Econômica Federal, operadora financeira dos recursos do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), assinam terça-feira o contrato que beneficia diretamente pequenos produtores rurais familiares. O acordo prevê a liberação de R$ 158.985,61 para o financiamento do projeto de produção de biocombustível a partir do girassol envolvendo 22 municípios dos vales do Rio Pardo e Taquari, sob a coordenação da Afubra em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Outros R$ 165.117,96 serão liberados para o projeto de fomento florestal para agricultores familiares de oito municípios da região Centro-Serra, vinculado ao Programa de Apoio à Diversificação Produtiva nas Áreas Cultivadas com Tabaco, do MDA.
Ao todo, serão liberados R$ 324.103,57 que serão somados a uma contrapartida de R$ 43.507,46 por parte da Afubra. A solenidade de assinatura acontece no auditório da entidade, em Santa Cruz do Sul, às 14 horas. Durante o encontro também serão formalizados os termos de cooperação entre Afubra, Unisc e municípios envolvidos no projeto de biodiesel. Além da diretoria da entidade, o ato vai contar com a presença do delegado federal do MDA, Nilton Pinho de Bem, além de prefeitos, dirigentes sindicais e representantes da Emater de todos os municípios abrangidos.
O vice-presidente da Afubra, Heitor Petry, que coordena os projetos, destaca a importância do ato. “A assinatura consolida uma importante parceria entre Afubra, o governo federal por meio do MDA, Unisc e 30 municípios para o desenvolvimento de pesquisas e de fomento em benefício dos produtores rurais”, disse. “Com isso, a Afubra intensifica a sua atuação na busca de novas alternativas para a agricultura familiar”, completou. Lembra ainda que a liberação dos recursos configura a superação de obstáculos. “Certamente, vão gerar bons resultados, pois não serão aplicados somente no âmbito teórico, mas intensivamente no campo prático, ou seja, plantar florestas e girassóis, observar os resultados e partilhá-los”, destacou o dirigente.
Otto Tesche


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