O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, vai anunciar nesta quarta-feira (26-04) a criação de uma entidade (que poderá ser um consórcio) para o desenvolvimento da cadeia de agroenergia. Com o anúncio, que será feito a partir da 20h, na sede da Embrapa, em Brasília, durante a solenidade comemorativa aos 33 anos de empresa, o Mapa pretende incentivar, organizar e coordenar - dentro de sua área de competência - a pesquisa e a produção de álcool combustível e biodiesel.
Seis ministérios (Mapa, MDIC, Minas e Energia, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia) mais a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e várias entidades representativas de produtores rurais, universidades, instituições de crédito nacionais e internacionais e empresas públicas e privadas participarão da iniciativa, destinada a impulsionar a produção de álcool e biodiesel no país. O Brasil, que vem produzindo uma média de 16 bilhões de litros de etanol por ano, consumindo 14 bilhões e exportando 2 bilhões, tem potencial para aumentar em muito esses volumes.
Segundo Rodrigues, a cultura da cana, que hoje ocupa uma área de 6 milhões de hectares, poderá agregar nos próximos dez anos outros 18 milhões de hectares, quadruplicando a produção. A elevação dos preços do petróleo, que poderá levar o barril a 100 dólares até o final do ano, segundo prevêem analistas de mercado, vem forçando países como Estados Unidos e Japão a adicionarem, cada vez mais, etanol à gasolina.
Só os Estados Unidos poderão precisar de mais de 75 bilhões de litros de etanol por ano para adicionar 15% do produto aos 500 bilhões de litros de gasolina que consomem anualmente. Parte disso é produzida a partir do milho, mas o custo é superior ao produto derivado da cana-de-açúcar, cuja pesquisa, tecnologia e produção o Brasil domina.
Além do mercado norte-americano, que no ano passado importou 600 milhões de litros de etanol do Brasil, o Japão tem manifestado interesse em financiar, produzir e importar o produto nacional. Considerando o crescimento das demandas interna e externa, o Brasil implantará este ano 73 novas usinas, que exigirão mais 200 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, além das 400 milhões produzidas anualmente.
Mais do que a abertura de mercados externos para o etanol e o biodiesel, o Brasil precisa se preparar para atender a crescente produção de carros bicombustível. No ano passado, eles representaram 75% do total fabricado no país.
"O consórcio é uma forma de organização nacional dos interessados em agroenergia", informou Crestana, acrescentado que será voltado para a produção de etanol, biodiesel, florestas energéticas e resíduos agroindustriais.
Ele afirmou que existem 70 instituições dos setores público e privado – bancos, universidades, institutos de pesquisa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – interessados no consórcio.
Seis ministérios (Mapa, MDIC, Minas e Energia, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia) mais a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e várias entidades representativas de produtores rurais, universidades, instituições de crédito nacionais e internacionais e empresas públicas e privadas participarão da iniciativa, destinada a impulsionar a produção de álcool e biodiesel no país. O Brasil, que vem produzindo uma média de 16 bilhões de litros de etanol por ano, consumindo 14 bilhões e exportando 2 bilhões, tem potencial para aumentar em muito esses volumes.
Segundo Rodrigues, a cultura da cana, que hoje ocupa uma área de 6 milhões de hectares, poderá agregar nos próximos dez anos outros 18 milhões de hectares, quadruplicando a produção. A elevação dos preços do petróleo, que poderá levar o barril a 100 dólares até o final do ano, segundo prevêem analistas de mercado, vem forçando países como Estados Unidos e Japão a adicionarem, cada vez mais, etanol à gasolina.
Só os Estados Unidos poderão precisar de mais de 75 bilhões de litros de etanol por ano para adicionar 15% do produto aos 500 bilhões de litros de gasolina que consomem anualmente. Parte disso é produzida a partir do milho, mas o custo é superior ao produto derivado da cana-de-açúcar, cuja pesquisa, tecnologia e produção o Brasil domina.
Além do mercado norte-americano, que no ano passado importou 600 milhões de litros de etanol do Brasil, o Japão tem manifestado interesse em financiar, produzir e importar o produto nacional. Considerando o crescimento das demandas interna e externa, o Brasil implantará este ano 73 novas usinas, que exigirão mais 200 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, além das 400 milhões produzidas anualmente.
Mais do que a abertura de mercados externos para o etanol e o biodiesel, o Brasil precisa se preparar para atender a crescente produção de carros bicombustível. No ano passado, eles representaram 75% do total fabricado no país.
"O consórcio é uma forma de organização nacional dos interessados em agroenergia", informou Crestana, acrescentado que será voltado para a produção de etanol, biodiesel, florestas energéticas e resíduos agroindustriais.
Ele afirmou que existem 70 instituições dos setores público e privado – bancos, universidades, institutos de pesquisa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – interessados no consórcio.