Erva daninha pode ganhar o
status de matéria-prima para produção de biodiesel, graças a estudos do
Serviço de Pesquisa Agrícola dos EUA (ARS)
A Thlaspi arvense, erva daninha conhecida no Brasil como bolsa-do-campo, pode ganhar o status de matéria-prima para produção de biodiesel, graças a estudos do Serviço de Pesquisa Agrícola dos EUA (ARS, na sigla em inglês).
Uma equipe de cientistas do ARS, liderada por Terry Isbell, vem pesquisando o potencial dessa planta anual de inverno para produzir em grande volume suas sementes ricas em óleo, que podem ser usadas na fabricação de biodiesel e outros produtos – como adubo orgânico e um fumigante natural. Historicamente a erva tem sido uma dor de cabeça para os agricultores. Mas com a atual necessidade de se encontrar alternativas domésticas para o petróleo nos Estados Unidos, ela está sendo vista de forma diferente.
Em julho, a Biofuel Manufacturers of Illinois (BMI) iniciou um acordo cooperativo de pesquisa e desenvolvimento com a ARS para conduzir experimentos de campo e laboratório com a planta. O objetivo é avaliar suas características produtivas em cultivo e como matéria-prima para biodiesel.
Investigações previamente realizadas na Unidade de Pesquisa em Novas Culturas e Tecnologias de Processamento da ARS demonstraram que um único hectare pode produzir entre 1.700 e 2.200 quilos de sementes, que podem potencialmente gerar 280 a 400 litros de biodiesel.
O projeto de parceria com a BMI prevê o cultivo de inverno da Thlaspi arvense em cerca de quatro hectares, com colheita programada para o final da primavera, seguido do plantio de soja e, para a temporada 2010, milho.
Depois de refinado, o biodiesel obtido será testado em conformidade com os padrões industriais de desempenho. Os pesquisadores também vão examinar os constituintes químicos dos resíduos da semente, especialmente o isotiocianato, cuja quebra causa a fumigação biológica do solo, matando certos tipos de praga.
A ARS é um órgão de pesquisa científica do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Fonte: ARS
Tradução e adaptação BiodieselBR.com
A Thlaspi arvense, erva daninha conhecida no Brasil como bolsa-do-campo, pode ganhar o status de matéria-prima para produção de biodiesel, graças a estudos do Serviço de Pesquisa Agrícola dos EUA (ARS, na sigla em inglês).
Uma equipe de cientistas do ARS, liderada por Terry Isbell, vem pesquisando o potencial dessa planta anual de inverno para produzir em grande volume suas sementes ricas em óleo, que podem ser usadas na fabricação de biodiesel e outros produtos – como adubo orgânico e um fumigante natural. Historicamente a erva tem sido uma dor de cabeça para os agricultores. Mas com a atual necessidade de se encontrar alternativas domésticas para o petróleo nos Estados Unidos, ela está sendo vista de forma diferente.
Em julho, a Biofuel Manufacturers of Illinois (BMI) iniciou um acordo cooperativo de pesquisa e desenvolvimento com a ARS para conduzir experimentos de campo e laboratório com a planta. O objetivo é avaliar suas características produtivas em cultivo e como matéria-prima para biodiesel.
Investigações previamente realizadas na Unidade de Pesquisa em Novas Culturas e Tecnologias de Processamento da ARS demonstraram que um único hectare pode produzir entre 1.700 e 2.200 quilos de sementes, que podem potencialmente gerar 280 a 400 litros de biodiesel.
O projeto de parceria com a BMI prevê o cultivo de inverno da Thlaspi arvense em cerca de quatro hectares, com colheita programada para o final da primavera, seguido do plantio de soja e, para a temporada 2010, milho.
Depois de refinado, o biodiesel obtido será testado em conformidade com os padrões industriais de desempenho. Os pesquisadores também vão examinar os constituintes químicos dos resíduos da semente, especialmente o isotiocianato, cuja quebra causa a fumigação biológica do solo, matando certos tipos de praga.
A ARS é um órgão de pesquisa científica do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Fonte: ARS
Tradução e adaptação BiodieselBR.com