
Dentro de oito anos, a receita mundial gerada anualmente por biocombustíveis usados no transporte rodoviário mais que dobrará. É o que afirma um estudo realizado pela Navigant Research, braço de pesquisa da consultoria norte-americana Navigant.
O relatório “Biofuels for Transportation Markets” (“Biocombustíveis para Mercados de Transporte”, na tradução do inglês) que foi divulgado essa semana.
Dentro de oito anos, a receita mundial gerada anualmente por biocombustíveis usados no transporte rodoviário mais que dobrará. É o que afirma um estudo realizado pela Navigant Research, braço de pesquisa da consultoria norte-americana Navigant que foi divulgado essa semana.
De acordo com o relatório “Biofuels for Transportation Markets” (“Biocombustíveis para Mercados de Transporte”, na tradução do inglês), o faturamento derivado da utilização de biocombustíveis no setor de transporte rodoviário irá crescer de US$ 166,5 bilhões anuais em 2014 para US$ 337,8 bilhões em 2022.
O documento reporta ainda que os biocombustíveis devem se tornar uma parte importante do mix de combustíveis usados no transporte rodoviário, correspondendo a 7,5% dos combustíveis líquidos consumidos pelo setor em 2022.
“Nos últimos dez anos, o crescimento no setor de biocombustíveis tem sido impulsionado pelo aumento da capacidade de produção de etanol nos Estados Unidos e no Brasil, e de biodiesel na Europa”, diz Scott Shepard, analista de pesquisa da Navigant Research. “A indústria está prestes a entrar numa nova fase de desenvolvimento, focada em biocombustíveis avançados e drop-in”, preconiza.
Embrionário
Segundo o relatório, a produção em escala comercial de biocombustíveis celulósicos encontra-se ainda em estágio incipiente. Mas os recentes investimentos em biocombustíveis drop-in feitos pela indústria da aviação e pelo Departamento de Defesa dos EUA está ajudando a baixar os custos desses biocombustíveis avançados, viabilizando a produção em escala comercial.
O estudo da Navigant Research menciona ainda a criação de novos mercados mandatórios para biocombustíveis por diversos países consumidores de petróleo. A preocupação com segurança energética, as alterações climáticas e estagnação econômica são apontadas como as principais razões para os governantes revistarem suas políticas públicas em relação aos biocombustíveis.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Navigant Research
O relatório “Biofuels for Transportation Markets” (“Biocombustíveis para Mercados de Transporte”, na tradução do inglês) que foi divulgado essa semana.
Dentro de oito anos, a receita mundial gerada anualmente por biocombustíveis usados no transporte rodoviário mais que dobrará. É o que afirma um estudo realizado pela Navigant Research, braço de pesquisa da consultoria norte-americana Navigant que foi divulgado essa semana.
De acordo com o relatório “Biofuels for Transportation Markets” (“Biocombustíveis para Mercados de Transporte”, na tradução do inglês), o faturamento derivado da utilização de biocombustíveis no setor de transporte rodoviário irá crescer de US$ 166,5 bilhões anuais em 2014 para US$ 337,8 bilhões em 2022.
O documento reporta ainda que os biocombustíveis devem se tornar uma parte importante do mix de combustíveis usados no transporte rodoviário, correspondendo a 7,5% dos combustíveis líquidos consumidos pelo setor em 2022.
“Nos últimos dez anos, o crescimento no setor de biocombustíveis tem sido impulsionado pelo aumento da capacidade de produção de etanol nos Estados Unidos e no Brasil, e de biodiesel na Europa”, diz Scott Shepard, analista de pesquisa da Navigant Research. “A indústria está prestes a entrar numa nova fase de desenvolvimento, focada em biocombustíveis avançados e drop-in”, preconiza.
Embrionário
Segundo o relatório, a produção em escala comercial de biocombustíveis celulósicos encontra-se ainda em estágio incipiente. Mas os recentes investimentos em biocombustíveis drop-in feitos pela indústria da aviação e pelo Departamento de Defesa dos EUA está ajudando a baixar os custos desses biocombustíveis avançados, viabilizando a produção em escala comercial.
O estudo da Navigant Research menciona ainda a criação de novos mercados mandatórios para biocombustíveis por diversos países consumidores de petróleo. A preocupação com segurança energética, as alterações climáticas e estagnação econômica são apontadas como as principais razões para os governantes revistarem suas políticas públicas em relação aos biocombustíveis.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Navigant Research