Depois de uma grande queda, as importações brasileiras de óleo diesel voltaram a apontar para cima em novembro acumulando 37,5% de elevação.Depois de uma queda espetacular em outubro, as importações brasileiras de óleo diesel voltaram a apontar para cima. Em novembro, tivemos que trazer de fora cerca de 824,3 milhões de litros do derivado – uma alta de 37,5% sobre o volume do mês anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Depois de uma queda espetacular em outubro, as importações brasileiras de óleo diesel voltaram a apontar para cima. Em novembro, tivemos que trazer de fora cerca de 824,3 milhões de litros do derivado – uma alta de 37,5% sobre o volume do mês anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O rombo nas contas brasileiras ficou em quase US$ 668,1 milhões. Só não foi pior porque os preços internacionais computados pelo ministério entraram no quarto mês seguido de queda e fecharam em US$ 747,04 pelo m³. De agosto para cá, o preço médio do diesel importado pelo Brasil já recuou 5,8%.
Essa queda, no entanto, não está se refletindo nas bombas dos postos brasileiros graças ao fortalecimento do dólar frente ao real. Sem considerar os custos de internalização do produto importado, o litro do diesel vindo de fora ficou em R$ 1,90 em novembro contra R$ 1,87 em outubro.
Bom para o caixa da Petrobras, depois de um bom tempo perdendo dinheiro com as importações voltou a ter lucro com o negócio.
Somatória
Entre janeiro e novembro, mais de 9,67 bilhões de litros de diesel já entraram no país para fazer frente a demanda nacional ao custo de US$ 7,61 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2013, houve um aumento de 3,6% no volume e 0,8% nos gastos com a importação.
Esse movimento acontece num ano em que a demanda por óleo diesel não tem estado das mais aquecidas. E ainda entre esses períodos houve o aumento da adição de biodiesel ao óleo diesel mineral.
Durante muito tempo a melhora nas contas externas do país foi um dos argumentos dos fabricantes para pleitear a ampliação da mistura obrigatória.
Veja abaixo a tabela com os dados de importação dos últimos 12 meses:
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

Depois de uma queda espetacular em outubro, as importações brasileiras de óleo diesel voltaram a apontar para cima. Em novembro, tivemos que trazer de fora cerca de 824,3 milhões de litros do derivado – uma alta de 37,5% sobre o volume do mês anterior. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O rombo nas contas brasileiras ficou em quase US$ 668,1 milhões. Só não foi pior porque os preços internacionais computados pelo ministério entraram no quarto mês seguido de queda e fecharam em US$ 747,04 pelo m³. De agosto para cá, o preço médio do diesel importado pelo Brasil já recuou 5,8%.
Essa queda, no entanto, não está se refletindo nas bombas dos postos brasileiros graças ao fortalecimento do dólar frente ao real. Sem considerar os custos de internalização do produto importado, o litro do diesel vindo de fora ficou em R$ 1,90 em novembro contra R$ 1,87 em outubro.
Bom para o caixa da Petrobras, depois de um bom tempo perdendo dinheiro com as importações voltou a ter lucro com o negócio.
Somatória
Entre janeiro e novembro, mais de 9,67 bilhões de litros de diesel já entraram no país para fazer frente a demanda nacional ao custo de US$ 7,61 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2013, houve um aumento de 3,6% no volume e 0,8% nos gastos com a importação.
Esse movimento acontece num ano em que a demanda por óleo diesel não tem estado das mais aquecidas. E ainda entre esses períodos houve o aumento da adição de biodiesel ao óleo diesel mineral.
Durante muito tempo a melhora nas contas externas do país foi um dos argumentos dos fabricantes para pleitear a ampliação da mistura obrigatória.
Veja abaixo a tabela com os dados de importação dos últimos 12 meses:
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com