Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, as importações de óleo diesel em setembro ficaram praticamente estáveis entre agosto e setembro. No mês passado chegaram aos portos no país 768,9 milhões de litros do derivado, um pouco menos que os 779,5 milhões de litros em agosto. Uma diferença de 1,3%.
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, as importações de óleo diesel em setembro ficaram praticamente estáveis entre agosto e setembro. No mês passado chegaram aos portos no país 768,9 milhões de litros do derivado, um pouco menos que os 779,5 milhões de litros em agosto Uma diferença de 1,3%.
Com os dados que temos até o momento, a dependência do mercado brasileiro em relação ao produto importado está na faixa dos 14%
Em termos de valor pago pelo produto, então, a diferença ficou ainda mais delgada – 0,03%. Isso graças a uma pequena elevação nas cotações do produto internacional que entrou no país com o metro cúbico valendo US$ 381,12. Uma alta de 1,4% na média mensal.
O resultado é um custo US$ 293 milhões em setembro. Praticamente idêntico ao de agosto.
2015 x 2016
Na comparação com setembro de 2015, o volume importando cresceu consideravelmente. Foram 47,2% a mais que os 522 mil m³ importados em 2015. Como o consumo de diesel este ano está menor que no ano passado, a explicação para o aumento das importações vem do preço cobrado pela Petrobras no diesel nacional. A estatal tem cobrado valores 40% acima do mercado internacional, fazendo com que as distribuidoras prefiram encarar o trabalho e custos da importação direta.
No ano, já entraram no país 5,8 bilhões de litros. Com isso, 2016 ultrapassou 2015 em termos de volume de óleo diesel importado. Nos primeiros nove meses do ano passado os desembarques totalizaram 5,6 bilhões de litros.
Já em termos da balança de pagamentos, ainda estamos melhor que no ano passado. Os gastos com a compra do combustível que, agora, estão em US$ 2 bilhões já estavam em 2,8 bilhões no mesmo período de 2015.
Graças principalmente à queda nas cotações do barril de petróleo que abriram espaço para baratear o produto importado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, as importações de óleo diesel em setembro ficaram praticamente estáveis entre agosto e setembro. No mês passado chegaram aos portos no país 768,9 milhões de litros do derivado, um pouco menos que os 779,5 milhões de litros em agosto Uma diferença de 1,3%.
Com os dados que temos até o momento, a dependência do mercado brasileiro em relação ao produto importado está na faixa dos 14%
Em termos de valor pago pelo produto, então, a diferença ficou ainda mais delgada – 0,03%. Isso graças a uma pequena elevação nas cotações do produto internacional que entrou no país com o metro cúbico valendo US$ 381,12. Uma alta de 1,4% na média mensal.
O resultado é um custo US$ 293 milhões em setembro. Praticamente idêntico ao de agosto.
2015 x 2016
Na comparação com setembro de 2015, o volume importando cresceu consideravelmente. Foram 47,2% a mais que os 522 mil m³ importados em 2015. Como o consumo de diesel este ano está menor que no ano passado, a explicação para o aumento das importações vem do preço cobrado pela Petrobras no diesel nacional. A estatal tem cobrado valores 40% acima do mercado internacional, fazendo com que as distribuidoras prefiram encarar o trabalho e custos da importação direta.
No ano, já entraram no país 5,8 bilhões de litros. Com isso, 2016 ultrapassou 2015 em termos de volume de óleo diesel importado. Nos primeiros nove meses do ano passado os desembarques totalizaram 5,6 bilhões de litros.
Já em termos da balança de pagamentos, ainda estamos melhor que no ano passado. Os gastos com a compra do combustível que, agora, estão em US$ 2 bilhões já estavam em 2,8 bilhões no mesmo período de 2015.
Graças principalmente à queda nas cotações do barril de petróleo que abriram espaço para baratear o produto importado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com