Após reunião com o presidente Lula, o ministro Carlos Minc (Meio
Ambiente) anunciou ontem que será apresentado em fevereiro o projeto de
zoneamento para o plantio de dendê, inclusive na Amazônia
Após reunião com o presidente Lula, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) anunciou ontem que será apresentado em fevereiro o projeto de zoneamento para o plantio de dendê, inclusive na Amazônia, mas, segundo ele, em áreas degradadas. A meta é ampliar o cultivo de oleaginosas destinado à produção de biodiesel.
O ministro também anunciou o projeto de zoneamento para o plantio de cana. A versão final do zoneamento deve ser divulgada na próxima semana pelo presidente Lula em rede nacional de rádio e TV. O governo quer dar uma espécie de "satisfação" à forte pressão da opinião pública internacional pela criação de um "cinturão de proteção" na floresta e no Pantanal.
Os estudos avaliam ser possível produzir 280 bilhões de litros de etanol apenas nas áreas recomendadas pela pesquisa. Hoje, a produção está ao redor de 20 bilhões de litros.
Como compensação pela proibição do cultivo da cana na Amazônia, o governo incentivará a produção de óleo de dendê em até dois milhões de hectares no Pará, Amazonas e Roraima por meio de políticas públicas específicas e diferenciadas. Para ONGs, a introdução do dendê na Amazônia na prática muda o Código Florestal, cuja alteração está em discussão no Congresso, e reduz a reserva legal de 80% para 50%.
Áreas de exclusão devem sofrer limitações de financiamento do BNDES à construção ou ampliação de usinas de etanol, restrições na concessão de crédito rural ao plantio de cana e, ainda, a redução na cobertura de seguro oficial.
"Somos francamente favoráveis, por razões ambientais, à expansão do etanol e do biodiesel", afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em audiência pública no Senado. "Temos sete milhões de hectares hoje e vamos expandir para mais cinco milhões. E não vamos admitir que barreiras comerciais contra nosso etanol sejam usadas como argumentos ambientais".
BiodieselBR com informações de agências
Após reunião com o presidente Lula, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) anunciou ontem que será apresentado em fevereiro o projeto de zoneamento para o plantio de dendê, inclusive na Amazônia, mas, segundo ele, em áreas degradadas. A meta é ampliar o cultivo de oleaginosas destinado à produção de biodiesel.
O ministro também anunciou o projeto de zoneamento para o plantio de cana. A versão final do zoneamento deve ser divulgada na próxima semana pelo presidente Lula em rede nacional de rádio e TV. O governo quer dar uma espécie de "satisfação" à forte pressão da opinião pública internacional pela criação de um "cinturão de proteção" na floresta e no Pantanal.
Os estudos avaliam ser possível produzir 280 bilhões de litros de etanol apenas nas áreas recomendadas pela pesquisa. Hoje, a produção está ao redor de 20 bilhões de litros.
Como compensação pela proibição do cultivo da cana na Amazônia, o governo incentivará a produção de óleo de dendê em até dois milhões de hectares no Pará, Amazonas e Roraima por meio de políticas públicas específicas e diferenciadas. Para ONGs, a introdução do dendê na Amazônia na prática muda o Código Florestal, cuja alteração está em discussão no Congresso, e reduz a reserva legal de 80% para 50%.
Áreas de exclusão devem sofrer limitações de financiamento do BNDES à construção ou ampliação de usinas de etanol, restrições na concessão de crédito rural ao plantio de cana e, ainda, a redução na cobertura de seguro oficial.
"Somos francamente favoráveis, por razões ambientais, à expansão do etanol e do biodiesel", afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em audiência pública no Senado. "Temos sete milhões de hectares hoje e vamos expandir para mais cinco milhões. E não vamos admitir que barreiras comerciais contra nosso etanol sejam usadas como argumentos ambientais".
BiodieselBR com informações de agências
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