A indústria de biodiesel da Alemanha, maior produtora mundial, continua
sofrendo com as importações mais baratas do biocombustível vindas dos
Estados Unidos.
A indústria de biodiesel da Alemanha, maior produtora mundial, continua sofrendo com as importações mais baratas do biocombustível vindas dos Estados Unidos. Em maio a União Européia tentou proteger suas indústrias aplicado tarifas anti-dumping – no valor de US$ 351 por tonelada –sobre o biodiesel puro (B100) e sobre misturas com mais de 20% de biodiesel no diesel fóssil, alegando que o produto era vendido a preços injustamente baixos por causa dos subsídios dados pelo governo dos EUA. Mas os americanos teriam encontrado uma forma de driblar a legislação aduaneira.
Os representantes da indústria alemã alegam que grandes volumes de importações de misturas contendo 19% de biodiesel estão entrando na UE sem pagar imposto – grande parte via Rotterdam. Antes o percentual de mistura que estava sendo vendido para a região estava nebuloso, mas a prática foi sentida pela indústria alemã, que já sofre com a queda na demanda devido aos elevados impostos sobre os combustíveis verdes.
Para tentar reverter esse quadro, o setor vai se juntar ao Comitê de Biodiesel da Europa (EBB, na sigla em inglês) para pedir à UE que amplie a faixa de punição sobre as importações americanas.
Novo governo decepciona
O novo governo da Alemanha, eleito em setembro, havia prometido rever o controverso imposto sobre o combustível verde para ressuscitar a indústria de biocombustíveis. Mas o setor está desapontado, pois até agora o governo apenas propôs congelar os impostos ao nível atual de 18 centavos de euro por litro e cancelar os aumentos de impostos previstos para 2010.
Segundo Helmut Lamp, presidente da Associação de Bioenergia do país (BBE, na sigla em alemão), a indústria precisava de uma redução fiscal para pelo menos 10 centavos por litro para reanimar as vendas do biodiesel puro. "Economicamente, a produção não é possível com os atuais 18 centavos de imposto", disse à agência Reuters.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel da Alemanha, maior produtora mundial, continua sofrendo com as importações mais baratas do biocombustível vindas dos Estados Unidos. Em maio a União Européia tentou proteger suas indústrias aplicado tarifas anti-dumping – no valor de US$ 351 por tonelada –sobre o biodiesel puro (B100) e sobre misturas com mais de 20% de biodiesel no diesel fóssil, alegando que o produto era vendido a preços injustamente baixos por causa dos subsídios dados pelo governo dos EUA. Mas os americanos teriam encontrado uma forma de driblar a legislação aduaneira.
Os representantes da indústria alemã alegam que grandes volumes de importações de misturas contendo 19% de biodiesel estão entrando na UE sem pagar imposto – grande parte via Rotterdam. Antes o percentual de mistura que estava sendo vendido para a região estava nebuloso, mas a prática foi sentida pela indústria alemã, que já sofre com a queda na demanda devido aos elevados impostos sobre os combustíveis verdes.
Para tentar reverter esse quadro, o setor vai se juntar ao Comitê de Biodiesel da Europa (EBB, na sigla em inglês) para pedir à UE que amplie a faixa de punição sobre as importações americanas.
Novo governo decepciona
O novo governo da Alemanha, eleito em setembro, havia prometido rever o controverso imposto sobre o combustível verde para ressuscitar a indústria de biocombustíveis. Mas o setor está desapontado, pois até agora o governo apenas propôs congelar os impostos ao nível atual de 18 centavos de euro por litro e cancelar os aumentos de impostos previstos para 2010.
Segundo Helmut Lamp, presidente da Associação de Bioenergia do país (BBE, na sigla em alemão), a indústria precisava de uma redução fiscal para pelo menos 10 centavos por litro para reanimar as vendas do biodiesel puro. "Economicamente, a produção não é possível com os atuais 18 centavos de imposto", disse à agência Reuters.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
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