A renovação do crédito tributário de US$ 1 por galão de biodiesel chegou
a um impasse na última quarta-feira no Senado americano.
A renovação do crédito tributário de US$ 1 por galão de biodiesel chegou a um impasse na última quarta-feira no Senado americano. A medida era parte de um projeto de lei de US$ 126 bilhões em impostos que foi rejeitado na última quarta-feira. A indústria agora espera que uma nova versão do projeto inclua o crédito tributário.
A expectativa é que o presidente do Comitê de Finanças do Senado, Max Baucus, proponha uma alternativa mais barata do projeto que irá reduzir gastos com o sistema de saúde americano. Mas Baucus não quis comentar a possibilidade do crédito tributário do biodiesel ser reinstituído, o que é uma causa de interesse para os estados cuja economia é baseada na produção agrícola.
Um representante da Comitê Nacional de Biodiesel (National Biodiesel Board – NBB) se disse confiante na possibilidade do subsídio ser renovado. “Não houve nenhum objeção a ele”, disse. A Câmara avalia que sem o subsídio a produção americana de biodiesel poderá cair para 15% da capacidade instalada de produção.
O Ministério da Agricultura americano estima que 11% da produção nacional de óleo de soja - quase um milhão de toneladas - seja utilizada como matéria-prima para a produção de combustível. Quarenta e quatro estados americanos são produtores de biodiesel.
O subsídio para o setor de biodiesel foi encerrado no fim de 2009. Desde então a indústria tenta fazer com ele seja reinstituído. Recentemente a Câmara e o Senado votaram pela renovação do crédito retroativo a 1º de janeiro, mas em diferentes projetos. Para entrar em vigor o crédito tributário precisa ser incluído num texto de comum acordo entre as Casas.
Com informações da Reuters
A renovação do crédito tributário de US$ 1 por galão de biodiesel chegou a um impasse na última quarta-feira no Senado americano. A medida era parte de um projeto de lei de US$ 126 bilhões em impostos que foi rejeitado na última quarta-feira. A indústria agora espera que uma nova versão do projeto inclua o crédito tributário.
A expectativa é que o presidente do Comitê de Finanças do Senado, Max Baucus, proponha uma alternativa mais barata do projeto que irá reduzir gastos com o sistema de saúde americano. Mas Baucus não quis comentar a possibilidade do crédito tributário do biodiesel ser reinstituído, o que é uma causa de interesse para os estados cuja economia é baseada na produção agrícola.
Um representante da Comitê Nacional de Biodiesel (National Biodiesel Board – NBB) se disse confiante na possibilidade do subsídio ser renovado. “Não houve nenhum objeção a ele”, disse. A Câmara avalia que sem o subsídio a produção americana de biodiesel poderá cair para 15% da capacidade instalada de produção.
O Ministério da Agricultura americano estima que 11% da produção nacional de óleo de soja - quase um milhão de toneladas - seja utilizada como matéria-prima para a produção de combustível. Quarenta e quatro estados americanos são produtores de biodiesel.
O subsídio para o setor de biodiesel foi encerrado no fim de 2009. Desde então a indústria tenta fazer com ele seja reinstituído. Recentemente a Câmara e o Senado votaram pela renovação do crédito retroativo a 1º de janeiro, mas em diferentes projetos. Para entrar em vigor o crédito tributário precisa ser incluído num texto de comum acordo entre as Casas.
Com informações da Reuters
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