A Associação dos Produtores de Pinhão-Manso do Paraná quer construir uma miniusina comunitária de biodiesel em Londrina.
A Associação dos Produtores de Pinhão-Manso do Paraná quer construir uma miniusina comunitária de biodiesel em Londrina. O projeto de viabilidade técnica e econômica foi concluído e a associação já protocolou um pedido de financiamento junto ao Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE). O empreendimento, orçado em R$ 2,65 milhões, inclui esmagadora de sementes e uma escola profissionalizante para ensinar produtores a cultivar o pinhão-manso. A usina, projetada para produzir 3 mil litros por dia, será construída dentro de um rancho ecológico, em uma área de 10 mil metros quadrados. “Esse é um projeto integrado de usina-escola junto com turismo rural”, diz Aguimario Alves da Silva, presidente da entidade. Ele diz que a associação já possui licença ambiental e autorização da ANP para construção da unidade. Agora eles esperam a aprovação do crédito, que representa 70% do investimento.
O negócio será feito na base da permuta: o produtor rural fornecerá o óleo à entidade e receberá em troca o biodiesel. O combustível será destinado ao consumo próprio dos produtores, no abastecimento de tratores e máquinas agrícolas. “Nosso lucro líquido virá da torta de pinhão-manso, que será comercializada como adubo para as lavouras de café do norte do Paraná”, diz Silva.
Criada há um ano e meio, a associação representa hoje 23 produtores rurais, que somam 145 hectares de plantio de pinhão-manso. O número é pequeno, resultado de um trabalho de “formiguinha”, mas que, segundo Silva, tem boas perspectivas. Ele defende a cautela no avanço da cultura e está estimulando os associados a plantarem pinhão-manso em 10% de suas propriedades rurais, em espaços considerados impróprios para outras culturas, como morros e áreas improdutivas. “Nós queremos avançar com segurança para não repetir o fracasso da mamona”.
Silva tem um viveiro com capacidade para produzir 100 mil mudas de pinhão-manso por mês, resultado de cinco anos de estudos sobre a cultura. Segundo ele, a planta se adaptou bem na região. “Queremos mostrar que no norte do Paraná também se planta pinhão-manso”.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
A Associação dos Produtores de Pinhão-Manso do Paraná quer construir uma miniusina comunitária de biodiesel em Londrina. O projeto de viabilidade técnica e econômica foi concluído e a associação já protocolou um pedido de financiamento junto ao Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE). O empreendimento, orçado em R$ 2,65 milhões, inclui esmagadora de sementes e uma escola profissionalizante para ensinar produtores a cultivar o pinhão-manso. A usina, projetada para produzir 3 mil litros por dia, será construída dentro de um rancho ecológico, em uma área de 10 mil metros quadrados. “Esse é um projeto integrado de usina-escola junto com turismo rural”, diz Aguimario Alves da Silva, presidente da entidade. Ele diz que a associação já possui licença ambiental e autorização da ANP para construção da unidade. Agora eles esperam a aprovação do crédito, que representa 70% do investimento.
O negócio será feito na base da permuta: o produtor rural fornecerá o óleo à entidade e receberá em troca o biodiesel. O combustível será destinado ao consumo próprio dos produtores, no abastecimento de tratores e máquinas agrícolas. “Nosso lucro líquido virá da torta de pinhão-manso, que será comercializada como adubo para as lavouras de café do norte do Paraná”, diz Silva.
Criada há um ano e meio, a associação representa hoje 23 produtores rurais, que somam 145 hectares de plantio de pinhão-manso. O número é pequeno, resultado de um trabalho de “formiguinha”, mas que, segundo Silva, tem boas perspectivas. Ele defende a cautela no avanço da cultura e está estimulando os associados a plantarem pinhão-manso em 10% de suas propriedades rurais, em espaços considerados impróprios para outras culturas, como morros e áreas improdutivas. “Nós queremos avançar com segurança para não repetir o fracasso da mamona”.
Silva tem um viveiro com capacidade para produzir 100 mil mudas de pinhão-manso por mês, resultado de cinco anos de estudos sobre a cultura. Segundo ele, a planta se adaptou bem na região. “Queremos mostrar que no norte do Paraná também se planta pinhão-manso”.
Alice Duarte - BiodieselBR.com