Depois de ser a primeira usina de biodiesel do Brasil e também uma das primeiras a
interromper a produção em junho de 2007, empresa desistiu de
produzir o biocombustível.
Depois de ser a primeira usina de biodiesel do Brasil e também uma das primeiras a interromper a produção em junho de 2007, a Soyminas desistiu de produzir o biocombustível.
Instalada em Cássia, a Soyminas vai focar as atividades em uma unidade de extração de óleo vegetal por solvente. Para isso irá utilizar, principalmente, a soja e o girassol. Contatos com produtores de girassol estão em negociação e a previsão é que a usina inaugure ainda nesta semana, com capacidade de processar diariamente 200 toneladas de grãos.
Inaugurada em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Soyminas nunca chegou a produzir com regularidade e até hoje, da unidade, saíram apenas 498 mil litros. De acordo com o engenheiro Artur Augusto Alves, diretor geral da usina, vários fatores, principalmente o mercado, fizeram com que o negócio migrasse para o óleo vegetal.
A Soyminas foi negociada para um grupo de Brasília, do ramo de óleo vegetal, que fez uma série de alterações na fábrica, já com a intenção de mudar o ramo de negócio. Enquanto isso, a fábrica ficou paralisada e os 22 funcionários responsáveis pela produção foram demitidos. No início do ano passado, Artur readquiriu a empresa e continuou a investir nos novos equipamentos, além de aumentar a área física da empresa e construir um barracão.
Produzir óleo vegetal, para Artur Augusto Alves, é mais rentável que o biodiesel. A mudança de produção, como explica, foi uma estratégia de sobrevivência. “Quando o preço do leilão for economicamente viável, poderemos voltar a produzir biodiesel”, justifica.
Alves vai na contramão do mercado, que segundo especialistas, as usinas estão vivendo um dos melhores períodos graças aos leilões de biodiesel.
BiodieselBR com informações da Folha da Manhã
Depois de ser a primeira usina de biodiesel do Brasil e também uma das primeiras a interromper a produção em junho de 2007, a Soyminas desistiu de produzir o biocombustível.
Instalada em Cássia, a Soyminas vai focar as atividades em uma unidade de extração de óleo vegetal por solvente. Para isso irá utilizar, principalmente, a soja e o girassol. Contatos com produtores de girassol estão em negociação e a previsão é que a usina inaugure ainda nesta semana, com capacidade de processar diariamente 200 toneladas de grãos.
Inaugurada em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Soyminas nunca chegou a produzir com regularidade e até hoje, da unidade, saíram apenas 498 mil litros. De acordo com o engenheiro Artur Augusto Alves, diretor geral da usina, vários fatores, principalmente o mercado, fizeram com que o negócio migrasse para o óleo vegetal.
A Soyminas foi negociada para um grupo de Brasília, do ramo de óleo vegetal, que fez uma série de alterações na fábrica, já com a intenção de mudar o ramo de negócio. Enquanto isso, a fábrica ficou paralisada e os 22 funcionários responsáveis pela produção foram demitidos. No início do ano passado, Artur readquiriu a empresa e continuou a investir nos novos equipamentos, além de aumentar a área física da empresa e construir um barracão.
Produzir óleo vegetal, para Artur Augusto Alves, é mais rentável que o biodiesel. A mudança de produção, como explica, foi uma estratégia de sobrevivência. “Quando o preço do leilão for economicamente viável, poderemos voltar a produzir biodiesel”, justifica.
Alves vai na contramão do mercado, que segundo especialistas, as usinas estão vivendo um dos melhores períodos graças aos leilões de biodiesel.
BiodieselBR com informações da Folha da Manhã