A usina de biodiesel da Oleoplan em Veranópolis, Rio Grande do Sul, acaba de se tornar a maior do país.
A usina de biodiesel da Oleoplan em Veranópolis, Rio Grande do Sul, acaba de se tornar a maior do país. A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta sexta-feira, dia 22, no Diário Oficial da União a autorização de ampliação e operação da unidade, agora com capacidade de produção anual de 378 milhões de litros.
Com isso a Oleoplan deixa o quarto lugar e sobe para o primeiro entre as maiores do país, ultrapassando as gigantes ADM, de Rondonópolis (MT), Granol de Cachoeira do Sul (RS) e Biocapital, de Charqueada (SP).
O diretor da usina, Marcos Merlin Boff, comemorou a notícia e disse que a empresa vai “manter o trabalho que vem fazendo desde o início do programa de biodiesel”. “Vamos manter a comercialização de volumes expressivos de combustível nos leilões”, completa. Segundo Boff, a Oleoplan deve solicitar agora, à ANP, a autorização de comercialização do novo volume. “Só com a autorização de operação é que podíamos entrar com esse pedido”, explica.
A ampliação da Oleoplan deve aumentar a produção de biodiesel – e a disputa por matéria-prima – no Rio Grande do Sul. Nos últimos meses o Estado ganhou novas usinas e viu grandes empresas aumentarem sua produção. Em novembro, a Camera inaugura sua usina de biodiesel. “O estado tem um grande volume de grão. Certamente isso acentua a concorrência, mas o Rio Grande tem muito potencial para atender todo mundo”, avalia.
No último leilão, a Oleoplan conseguiu vender 79,97% de sua capacidade de produção, quase no limite de 80%, imposto pela ANP. Apesar desse desempenho, Boff não antecipa nenhum problema para conseguir cumprir os contratos. “A gente sempre vai para o leilão com o suprimento já planejado”, adianta.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
A usina de biodiesel da Oleoplan em Veranópolis, Rio Grande do Sul, acaba de se tornar a maior do país. A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta sexta-feira, dia 22, no Diário Oficial da União a autorização de ampliação e operação da unidade, agora com capacidade de produção anual de 378 milhões de litros.
Com isso a Oleoplan deixa o quarto lugar e sobe para o primeiro entre as maiores do país, ultrapassando as gigantes ADM, de Rondonópolis (MT), Granol de Cachoeira do Sul (RS) e Biocapital, de Charqueada (SP).
O diretor da usina, Marcos Merlin Boff, comemorou a notícia e disse que a empresa vai “manter o trabalho que vem fazendo desde o início do programa de biodiesel”. “Vamos manter a comercialização de volumes expressivos de combustível nos leilões”, completa. Segundo Boff, a Oleoplan deve solicitar agora, à ANP, a autorização de comercialização do novo volume. “Só com a autorização de operação é que podíamos entrar com esse pedido”, explica.
A ampliação da Oleoplan deve aumentar a produção de biodiesel – e a disputa por matéria-prima – no Rio Grande do Sul. Nos últimos meses o Estado ganhou novas usinas e viu grandes empresas aumentarem sua produção. Em novembro, a Camera inaugura sua usina de biodiesel. “O estado tem um grande volume de grão. Certamente isso acentua a concorrência, mas o Rio Grande tem muito potencial para atender todo mundo”, avalia.
No último leilão, a Oleoplan conseguiu vender 79,97% de sua capacidade de produção, quase no limite de 80%, imposto pela ANP. Apesar desse desempenho, Boff não antecipa nenhum problema para conseguir cumprir os contratos. “A gente sempre vai para o leilão com o suprimento já planejado”, adianta.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com