Os representantes do grupo
não tiveram a autorização de repassar informações de forma direta à
imprensa. Todas as informações eram repassadas pelo prefeito durante a coletiva
Com investimentos na ordem de US$ 200 milhões – aproximadamente R$ 350 milhões – a trading de commodities, sediada em Hong Kong, junta-se a ADM e a Bunge no rol de empresas que mantem no município suas maiores unidades de processamento de soja no Brasil.
A confirmação do investimento foi feita em entrevista coletiva com o prefeito Zé Carlos do Pátio, ladeado pelo gerente regional da Noble em Mato Grosso, Luiz Spósito, e pelo diretor nacional de grãos da empresa, Oséas Oliveira. Na verdade, por questões internas do grupo, as informações eram repassadas pelos representantes ao prefeito e este as transmitia aos jornalistas de forma audível. Os representantes do grupo não tiveram a autorização de repassar informações de forma direta à imprensa.
“O trabalho que estamos desenvolvendo em Rondonópolis garante a confiabilidade necessária para que empresas do mundo inteiro se sintam seguras para realizar seus negócios aqui. Nós temos orgulho de proporcionar à população local um crescimento econômico que beneficie milhares de cidadãos, através da geração da renda e melhoria de qualidade de vida”, pontua o prefeito Zé Carlos do Pátio.
O Noble Group comprou com recursos próprios uma área de 40 hectares junto à BR-163, na saída para Campo Grande (MS), diante do futuro terminal ferroviário a ser instalado na região das Sete Placas, em Rondonópolis. Em síntese, a fábrica vai esmagar 4 mil toneladas de soja por dia, algo em torno de 1,3 milhão de toneladas de soja por ano. Em relação ao biodiesel, serão produzidas 200 mil toneladas por ano. Essa produção demandará 100 bitrens por dia para garantir o seu abastecimento.
Segundo a organização, a instalação de mais uma unidade da Noble no país faz parte da construção de rota de comércio para a soja produzida na Argentina e no Brasil e exportada para a China.
A fábrica de Rondonópolis, de acordo com o externado na entrevista coletiva, deve ter sua construção civil iniciada nos primeiros meses de 2011 e começa a operar no início de 2012. A informação é de que será priorizada a mão-de-obra local, tanto na construção como na fábrica. “Serão gerados cerca de 600 empregos diretos”, garantiu o prefeito.
Na fase inicial, a unidade local da Noble não fará o refino e envase da produção, apenas o esmagamento. A maior parte da produção será destinada à exportação. Para garantir o abastecimento da unidade de Rondonópolis, o grupo vai contar com quatro armazéns em Mato Grosso.
Zé Carlos do Pátio explicou que havia a tendência do grupo instalar esse investimento em outras regiões do Brasil, mas optou por ficar em Rondonópolis. O prefeito justificou que a escolha pela cidade foi fundamentada principalmente na sua posição geográfica e estrutura logística, que em breve deve receber a ferrovia Ferronorte. A indústria Noble será contemplada pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), do Governo do Estado.
NOBLE GROUP
A instalação da usina de biodiesel faz parte da estratégia da empresa de expansão energética. O grupo, que vem ampliando o seu alcance no mercado da energia, trabalha com petróleo bruto, querosene, bioetanol, carvão térmico e carvão de coque (usado para facilitar a produção de ferro e aço) e outros.
A organização de origem asiática está presente em 38 países, como EUA, Reino Unido, Suíça, Índia e Argentina; e atua em várias frentes, negociando de commodities como açúcar, soja, farelo a minério de ferro. O faturamento global da empresa em 2009 foi de US$ 31,2 bilhões.
A sua movimentação anual, em milhões de toneladas, no porto de Santos, maior complexo portuário do Brasil, foi de aproximadamente 95 milhões em 2009.
Com informações de A Tribuna - MT e SECOM
Com investimentos na ordem de US$ 200 milhões – aproximadamente R$ 350 milhões – a trading de commodities, sediada em Hong Kong, junta-se a ADM e a Bunge no rol de empresas que mantem no município suas maiores unidades de processamento de soja no Brasil.
A confirmação do investimento foi feita em entrevista coletiva com o prefeito Zé Carlos do Pátio, ladeado pelo gerente regional da Noble em Mato Grosso, Luiz Spósito, e pelo diretor nacional de grãos da empresa, Oséas Oliveira. Na verdade, por questões internas do grupo, as informações eram repassadas pelos representantes ao prefeito e este as transmitia aos jornalistas de forma audível. Os representantes do grupo não tiveram a autorização de repassar informações de forma direta à imprensa.
“O trabalho que estamos desenvolvendo em Rondonópolis garante a confiabilidade necessária para que empresas do mundo inteiro se sintam seguras para realizar seus negócios aqui. Nós temos orgulho de proporcionar à população local um crescimento econômico que beneficie milhares de cidadãos, através da geração da renda e melhoria de qualidade de vida”, pontua o prefeito Zé Carlos do Pátio.
O Noble Group comprou com recursos próprios uma área de 40 hectares junto à BR-163, na saída para Campo Grande (MS), diante do futuro terminal ferroviário a ser instalado na região das Sete Placas, em Rondonópolis. Em síntese, a fábrica vai esmagar 4 mil toneladas de soja por dia, algo em torno de 1,3 milhão de toneladas de soja por ano. Em relação ao biodiesel, serão produzidas 200 mil toneladas por ano. Essa produção demandará 100 bitrens por dia para garantir o seu abastecimento.
Segundo a organização, a instalação de mais uma unidade da Noble no país faz parte da construção de rota de comércio para a soja produzida na Argentina e no Brasil e exportada para a China.
A fábrica de Rondonópolis, de acordo com o externado na entrevista coletiva, deve ter sua construção civil iniciada nos primeiros meses de 2011 e começa a operar no início de 2012. A informação é de que será priorizada a mão-de-obra local, tanto na construção como na fábrica. “Serão gerados cerca de 600 empregos diretos”, garantiu o prefeito.
Na fase inicial, a unidade local da Noble não fará o refino e envase da produção, apenas o esmagamento. A maior parte da produção será destinada à exportação. Para garantir o abastecimento da unidade de Rondonópolis, o grupo vai contar com quatro armazéns em Mato Grosso.
Zé Carlos do Pátio explicou que havia a tendência do grupo instalar esse investimento em outras regiões do Brasil, mas optou por ficar em Rondonópolis. O prefeito justificou que a escolha pela cidade foi fundamentada principalmente na sua posição geográfica e estrutura logística, que em breve deve receber a ferrovia Ferronorte. A indústria Noble será contemplada pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), do Governo do Estado.
NOBLE GROUP
A instalação da usina de biodiesel faz parte da estratégia da empresa de expansão energética. O grupo, que vem ampliando o seu alcance no mercado da energia, trabalha com petróleo bruto, querosene, bioetanol, carvão térmico e carvão de coque (usado para facilitar a produção de ferro e aço) e outros.
A organização de origem asiática está presente em 38 países, como EUA, Reino Unido, Suíça, Índia e Argentina; e atua em várias frentes, negociando de commodities como açúcar, soja, farelo a minério de ferro. O faturamento global da empresa em 2009 foi de US$ 31,2 bilhões.
A sua movimentação anual, em milhões de toneladas, no porto de Santos, maior complexo portuário do Brasil, foi de aproximadamente 95 milhões em 2009.
Com informações de A Tribuna - MT e SECOM
Tags
Noble