Alterações deverão promover a participação de todas as regiões do país, além de permitir que produtores possam contabilizar os gastos com assistência técnica como investimento no programa
Alterações deverão promover a participação de todas as regiões do país,
além de permitir que produtores possam contabilizar os gastos com
assistência técnica como investimento no programa
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) deverá anunciar em outubro alterações no Selo Combustível Social. O programa, que tem o objetivo de aumentar a participação de agricultores familiares na produção de matéria-prima para fabricação de biodiesel, deve ser aperfeiçoado para ter melhor “equilíbrio regional”, segundo Arnoldo Anacleto de Campos, diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA. A idéia é garantir a participação de todas as regiões. “A estrutura básica permanecerá, mas serão mais detalhadas e mais claras”, explica.
Segundo Campos, além de representantes do governo, também estão participando da reforma organizações de agricultura familiar e produtores de biodiesel certificados. Na semana passada algumas usinas receberam do próprio Arnoldo Campos um email solicitando o envio de sugestões. O aperfeiçoamento do Selo deverá também “qualificar os serviços de assistência técnica, especificando melhor as atribuições das empresas e também permitir que elas possam contabilizar os gastos como sendo parte dos custos com a agricultura familiar”. Outro objetivo da reforma é “alterar os percentuais mínimos de aquisição, igualando-os ao longo do tempo para todo o país”, informa Campos.
Uma nova instrução normativa do programa deverá ser publicada em outubro. Inicialmente o MDA previa a inclusão de 200 mil famílias no Selo Social. Segundo Campos, a meta permanece, mas só deve ser atingida em 2010. “Acreditamos que podemos chegar as 200 mil famílias nas próximas safras. Talvez não consigamos isso já em 2008/09, mas não é uma meta distante no tempo. Quem sabe em 2009/10 já estejamos muito próximos disso”, defende. “Para esta safra acreditamos que vamos continuar próximos das 100 mil famílias que já participaram do programa”, prevê.
Rosiane Correia de Freitas - redação BiodieselBR
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) deverá anunciar em outubro alterações no Selo Combustível Social. O programa, que tem o objetivo de aumentar a participação de agricultores familiares na produção de matéria-prima para fabricação de biodiesel, deve ser aperfeiçoado para ter melhor “equilíbrio regional”, segundo Arnoldo Anacleto de Campos, diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA. A idéia é garantir a participação de todas as regiões. “A estrutura básica permanecerá, mas serão mais detalhadas e mais claras”, explica.
Segundo Campos, além de representantes do governo, também estão participando da reforma organizações de agricultura familiar e produtores de biodiesel certificados. Na semana passada algumas usinas receberam do próprio Arnoldo Campos um email solicitando o envio de sugestões. O aperfeiçoamento do Selo deverá também “qualificar os serviços de assistência técnica, especificando melhor as atribuições das empresas e também permitir que elas possam contabilizar os gastos como sendo parte dos custos com a agricultura familiar”. Outro objetivo da reforma é “alterar os percentuais mínimos de aquisição, igualando-os ao longo do tempo para todo o país”, informa Campos.
Uma nova instrução normativa do programa deverá ser publicada em outubro. Inicialmente o MDA previa a inclusão de 200 mil famílias no Selo Social. Segundo Campos, a meta permanece, mas só deve ser atingida em 2010. “Acreditamos que podemos chegar as 200 mil famílias nas próximas safras. Talvez não consigamos isso já em 2008/09, mas não é uma meta distante no tempo. Quem sabe em 2009/10 já estejamos muito próximos disso”, defende. “Para esta safra acreditamos que vamos continuar próximos das 100 mil famílias que já participaram do programa”, prevê.
Rosiane Correia de Freitas - redação BiodieselBR
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