As duas empresas anunciaram a inauguração
de uma estufa que vai permitir dar o próximo passo nas pesquisas e
testes do seu programa de bicombustíveis de algas.
As duas empresas anunciaram a inauguração
de uma estufa que vai permitir dar o próximo passo nas pesquisas e
testes do seu programa de bicombustíveis de algas.
A gigante do petróleo ExxonMobil e a Synthetic Genomics Inc.(SGI), uma das mais importantes empresas de biotecnologia, anunciaram a inauguração de uma estufa que vai permitir dar o próximo passo nas pesquisas e testes do seu programa de bicombustíveis de algas.
A estufa, inaugurada na sede da SGI, na Califórnia, Estados Unidos, vai funcionar como um laboratório, criando um ambiente que reflete as condições naturais para o crescimento dos microorganismos. Serão examinados diferentes sistemas de produção, como lagoas abertas e foto biorreatores fechados. Os pesquisadores vão utilizar a nova instalação para avaliar se os biocombustíveis podem ser produzidos em larga escala e a preços acessíveis.
Diversos tipos de algas serão testadas, incluindo as variedades naturais e as artificiais, com várias condições diferentes de crescimento (variando temperatura, níveis de luz e concentrações de nutrientes). Os pesquisadores também vão trabalhar no processo de produção de biocombustíveis, incluindo a colheita e a extração de óleo.
Se os marcos de investigação e desenvolvimento forem cumpridos, a ExxonMobil espera gastar mais de US$ 600 milhões no programa ao longo da próxima década, sendo US$ 300 milhões destinados à SGI.
"A equipe já deu grandes passos na avaliação de várias cepas e das condições de crescimento de algas e estamos ansiosos para continuar e expandir esta importante pesquisa, assim como planejamos para as próximas etapas da escala", diz o fundador e diretor da SGI, John Craig Venter, famoso pelo pioneirismo em importantes pesquisas científicas, como o seqüenciamento do genoma humano e, mais recentemente, a criação de uma forma de vida artificial.
Desde que as duas companhias anunciaram o programa de pesquisa na área, há um ano, os pesquisadores têm feito alguns progressos. Confira:
* Isolamento e modificação genética de um grande número de cepas de algas e desenvolvimento de condições de crescimento para tornar essas cepas mais produtivas;
* Identificação e teste de diferentes sistemas de produção;
* Início dos estudos do ciclo de vida e de sustentabilidade para avaliar o impacto de cada etapa do processo sobre as emissões de gases de efeito estufa, uso da terra e uso da água.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
A gigante do petróleo ExxonMobil e a Synthetic Genomics Inc.(SGI), uma das mais importantes empresas de biotecnologia, anunciaram a inauguração de uma estufa que vai permitir dar o próximo passo nas pesquisas e testes do seu programa de bicombustíveis de algas.
A estufa, inaugurada na sede da SGI, na Califórnia, Estados Unidos, vai funcionar como um laboratório, criando um ambiente que reflete as condições naturais para o crescimento dos microorganismos. Serão examinados diferentes sistemas de produção, como lagoas abertas e foto biorreatores fechados. Os pesquisadores vão utilizar a nova instalação para avaliar se os biocombustíveis podem ser produzidos em larga escala e a preços acessíveis.
Diversos tipos de algas serão testadas, incluindo as variedades naturais e as artificiais, com várias condições diferentes de crescimento (variando temperatura, níveis de luz e concentrações de nutrientes). Os pesquisadores também vão trabalhar no processo de produção de biocombustíveis, incluindo a colheita e a extração de óleo.
Se os marcos de investigação e desenvolvimento forem cumpridos, a ExxonMobil espera gastar mais de US$ 600 milhões no programa ao longo da próxima década, sendo US$ 300 milhões destinados à SGI.
"A equipe já deu grandes passos na avaliação de várias cepas e das condições de crescimento de algas e estamos ansiosos para continuar e expandir esta importante pesquisa, assim como planejamos para as próximas etapas da escala", diz o fundador e diretor da SGI, John Craig Venter, famoso pelo pioneirismo em importantes pesquisas científicas, como o seqüenciamento do genoma humano e, mais recentemente, a criação de uma forma de vida artificial.
Desde que as duas companhias anunciaram o programa de pesquisa na área, há um ano, os pesquisadores têm feito alguns progressos. Confira:
* Isolamento e modificação genética de um grande número de cepas de algas e desenvolvimento de condições de crescimento para tornar essas cepas mais produtivas;
* Identificação e teste de diferentes sistemas de produção;
* Início dos estudos do ciclo de vida e de sustentabilidade para avaliar o impacto de cada etapa do processo sobre as emissões de gases de efeito estufa, uso da terra e uso da água.
Alice Duarte – BiodieselBR.com