Melhorias na unidade de Santa Rosa da Camera Agroalimentos fazem parte do projeto Biodiesel 2010
Melhorias na unidade de Santa Rosa da Camera Agroalimentos fazem parte do projeto Biodiesel 2010, que prevê investimentos na ordem de R$ 10 milhões. A unidade local está passando por transformações.
O uso de um guindaste de 250 toneladas marcará a instalação nesta quarta-feira, da nova caldeira junto à unidade de Santa Rosa da Camera Agroalimentos.
A nova caldeira de alta produção e com a mais moderna tecnologia disponível do mercado, substituirá as duas existentes. Tem capacidade de gerar 20 toneladas de vapor por hora. Produzida pela Biocham, será a primeira caldeira biomassas do Rio Grande do Sul. “Ela será alimentada não apenas por lenha, como também por bagaço de cana, casca de arroz e sabugo de milho”, destaca Roberto Kist, diretor industrial e de planejamento da Camera, lembrando que, com o novo conceito, resolve-se também questões ambientais, com a destinação deste material.
O investimento faz parte do projeto Biodiesel 2010, que teve início ainda no ano passado com a implantação de Ijuí, da usina de biodiesel da empresa. Com as melhorias que passaram a ser implementadas na planta local, a Camera Agroalimentos vai investir cerca de R$ 10 milhões, ampliando em 50% a capacidade de produção, fazendo com que o processamento de grãos chegue a 1,5 milhão toneladas de soja por dia, o que corresponde a 25 mil sacas de 60 quilos diárias.

Jornal Noroeste
Melhorias na unidade de Santa Rosa da Camera Agroalimentos fazem parte do projeto Biodiesel 2010, que prevê investimentos na ordem de R$ 10 milhões. A unidade local está passando por transformações.
O uso de um guindaste de 250 toneladas marcará a instalação nesta quarta-feira, da nova caldeira junto à unidade de Santa Rosa da Camera Agroalimentos.
A nova caldeira de alta produção e com a mais moderna tecnologia disponível do mercado, substituirá as duas existentes. Tem capacidade de gerar 20 toneladas de vapor por hora. Produzida pela Biocham, será a primeira caldeira biomassas do Rio Grande do Sul. “Ela será alimentada não apenas por lenha, como também por bagaço de cana, casca de arroz e sabugo de milho”, destaca Roberto Kist, diretor industrial e de planejamento da Camera, lembrando que, com o novo conceito, resolve-se também questões ambientais, com a destinação deste material.
O investimento faz parte do projeto Biodiesel 2010, que teve início ainda no ano passado com a implantação de Ijuí, da usina de biodiesel da empresa. Com as melhorias que passaram a ser implementadas na planta local, a Camera Agroalimentos vai investir cerca de R$ 10 milhões, ampliando em 50% a capacidade de produção, fazendo com que o processamento de grãos chegue a 1,5 milhão toneladas de soja por dia, o que corresponde a 25 mil sacas de 60 quilos diárias.
Jornal Noroeste
Tags
Camera