A Brasil Ecodiesel enviou ontem (10) uma carta esclarecendo a questão da venda de
terras onde atualmente existe o projeto social Núcleo de Produção
Comunitária Santa Clara
A Brasil Ecodiesel enviou ontem (10) uma carta ao Instituto de Terras do Piauí (Interpi), ao governo do Estado, ao Ministério Público e à Assembléia Legislativa do Piauí esclarecendo a questão da venda de terras onde atualmente existe o projeto social Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara, no município de Canto do Buriti. Ontem, o jornal Meio Norte publicou uma notícia onde o diretor-geral do Interpi, Luís Ribeiro, questionava a legalidade dessa venda. Em seu direcionamento estratégico, divulgado ao mercado no dia 9, a Ecodiesel informou que pretendia se desfazer de fazendas no Ceará, Minas Gerais e também no Piauí, onde possui uma unidade de produção de biodiesel desativada, na cidade de Floriano.
No comunicado a Brasil Ecodiesel informou que “em nenhum momento foi cogitada a venda da área onde atualmente existe o Projeto Social denominado Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara”. Tal área, de 17,9 mil hectares, foi cedida pelo governo estadual em novembro de 2003 mediante Escritura Pública de Doação com Encargos e, de acordo com o contrato, a Ecodiesel tem o direito de administrá-la durante um prazo de dez anos. Após esse período a propriedade será transferida aos parceiros do projeto social. Como consta no contrato, a área não poderá ser vendida, pois não é de propriedade da empresa.
As áreas que a Ecodiesel pretende vender são outras, que foram adquiridas de maneira privada, e não tem relação com nenhuma doação governamental.
A empresa afirmou no documento encaminhando ao Interpi que vai cumprir com os contratos e que eventuais mudanças na parceria só será feita em comum acordo com os envolvidos.
Confira a resposta da empresa na íntegra.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
A Brasil Ecodiesel enviou ontem (10) uma carta ao Instituto de Terras do Piauí (Interpi), ao governo do Estado, ao Ministério Público e à Assembléia Legislativa do Piauí esclarecendo a questão da venda de terras onde atualmente existe o projeto social Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara, no município de Canto do Buriti. Ontem, o jornal Meio Norte publicou uma notícia onde o diretor-geral do Interpi, Luís Ribeiro, questionava a legalidade dessa venda. Em seu direcionamento estratégico, divulgado ao mercado no dia 9, a Ecodiesel informou que pretendia se desfazer de fazendas no Ceará, Minas Gerais e também no Piauí, onde possui uma unidade de produção de biodiesel desativada, na cidade de Floriano.
No comunicado a Brasil Ecodiesel informou que “em nenhum momento foi cogitada a venda da área onde atualmente existe o Projeto Social denominado Núcleo de Produção Comunitária Santa Clara”. Tal área, de 17,9 mil hectares, foi cedida pelo governo estadual em novembro de 2003 mediante Escritura Pública de Doação com Encargos e, de acordo com o contrato, a Ecodiesel tem o direito de administrá-la durante um prazo de dez anos. Após esse período a propriedade será transferida aos parceiros do projeto social. Como consta no contrato, a área não poderá ser vendida, pois não é de propriedade da empresa.
As áreas que a Ecodiesel pretende vender são outras, que foram adquiridas de maneira privada, e não tem relação com nenhuma doação governamental.
A empresa afirmou no documento encaminhando ao Interpi que vai cumprir com os contratos e que eventuais mudanças na parceria só será feita em comum acordo com os envolvidos.
Confira a resposta da empresa na íntegra.
Alice Duarte - BiodieselBR.com
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