A análise da qualidade do diesel vendido em postos de todo o país aponta
para um problema já conhecido: falta biodiesel no diesel que chega ao
consumidor.
A análise da qualidade do diesel vendido em postos de todo o país aponta para um problema já conhecido: falta biodiesel no diesel que chega ao consumidor. Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em fevereiro de 2010 4,3% das amostras analisadas apontaram não-conformidades no diesel. Em 42,3% a não-conformidade encontrada foi justamente um índice de biodiesel incompatível com a legislação em vigor. Os dados de fevereiro mostram uma piora em relação a janeiro de 2010, quando a falta de biodiesel foi detectada em 17% das amostras com não-conformidades.
Outros problemas encontrados pelos técnicos da ANP nos combustíveis em fevereiro foram no aspecto do produto (20,4%) e ponto de fulgor (18,6%). Os dados da Agência também mostram que a Petrosul foi a empresa que mais apresentou problemas na conformidade do diesel em janeiro e fevereiro. No primeiro mês do ano 18,8% das amostras da companhia apresentaram problemas contra uma média nacional de 1,7%. Em fevereiro o índice da empresa subiu para 19,4% contra uma média no Brasil de 3,5%.
O estado que mais apresentou problemas na adição do biodiesel ao diesel em fevereiro foi São Paulo, com 2,9% das amostras com problemas. Em seguida ficaram os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, todos com índice de 2,2%. São Paulo também teve um desempenho ruim na análise de janeiro, com 2,9% das amostras com problemas de adição de biodiesel no diesel. O Rio de Janeiro ficou com 2,6% de não-conformidades no mesmo período. E os estados de Minas Gerais e Alagoas tiveram 2,3% de amostras irregulares.
Segundo a ANP, houve um aumento em fevereiro da média de registro de não conformidades em relação aos dados de 2009, quando 3,1% das amostras de diesel apresentaram problemas. A série histórica mostra que de 2004 a 2007 a qualidade do diesel melhorou e o índice de não-conformidades caiu de 3,8% para 1,9%. Mas em 2008 o índice voltou a subir e registrou 2,2% das amostras com irregularidades.
A análise da qualidade dos combustíveis vendidos em postos é feita mensalmente pela ANP. O boletim da agência, disponível desde março de 2009, também traz dados do álcool e da gasolina. A adição de álcool à gasolina é um dos principais problemas encontrados pelos técnicos da instituição.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
A análise da qualidade do diesel vendido em postos de todo o país aponta para um problema já conhecido: falta biodiesel no diesel que chega ao consumidor. Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em fevereiro de 2010 4,3% das amostras analisadas apontaram não-conformidades no diesel. Em 42,3% a não-conformidade encontrada foi justamente um índice de biodiesel incompatível com a legislação em vigor. Os dados de fevereiro mostram uma piora em relação a janeiro de 2010, quando a falta de biodiesel foi detectada em 17% das amostras com não-conformidades.
Outros problemas encontrados pelos técnicos da ANP nos combustíveis em fevereiro foram no aspecto do produto (20,4%) e ponto de fulgor (18,6%). Os dados da Agência também mostram que a Petrosul foi a empresa que mais apresentou problemas na conformidade do diesel em janeiro e fevereiro. No primeiro mês do ano 18,8% das amostras da companhia apresentaram problemas contra uma média nacional de 1,7%. Em fevereiro o índice da empresa subiu para 19,4% contra uma média no Brasil de 3,5%.
O estado que mais apresentou problemas na adição do biodiesel ao diesel em fevereiro foi São Paulo, com 2,9% das amostras com problemas. Em seguida ficaram os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, todos com índice de 2,2%. São Paulo também teve um desempenho ruim na análise de janeiro, com 2,9% das amostras com problemas de adição de biodiesel no diesel. O Rio de Janeiro ficou com 2,6% de não-conformidades no mesmo período. E os estados de Minas Gerais e Alagoas tiveram 2,3% de amostras irregulares.
Segundo a ANP, houve um aumento em fevereiro da média de registro de não conformidades em relação aos dados de 2009, quando 3,1% das amostras de diesel apresentaram problemas. A série histórica mostra que de 2004 a 2007 a qualidade do diesel melhorou e o índice de não-conformidades caiu de 3,8% para 1,9%. Mas em 2008 o índice voltou a subir e registrou 2,2% das amostras com irregularidades.
A análise da qualidade dos combustíveis vendidos em postos é feita mensalmente pela ANP. O boletim da agência, disponível desde março de 2009, também traz dados do álcool e da gasolina. A adição de álcool à gasolina é um dos principais problemas encontrados pelos técnicos da instituição.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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