Um projeto da Utah State University está dando um destino útil para
terrenos ociosos em torno de rodovias e aeroportos
Um projeto da Utah State University está dando um destino útil para terrenos ociosos em torno de rodovias e aeroportos. As áreas estão recebendo plantações de oleaginosas que serão utilizadas na produção de biodiesel. A última investida do projeto resultou na plantação de cártamo em um espaço de 20 acres próximo ao Aeroporto Internacional de Salt Lake. Chamado de FreeWays to Fuel (freewaystofuel.org), o projeto tem o objetivo de explorar áreas não tradicionais para a produção de matéria-prima para combustíveis renováveis.
O idealizador do projeto, Dallas Hanks, estima que os Estados Unidos possam ter pelo menos dez milhões de acres em terras ociosas em torno de rodovias, aeroportos e áreas públicas que poderiam ser destinados a produção de oleaginosas. Hoje, diz Hanks, o governo gasta dinheiro de impostos para manter essas áreas limpas, mas sem nenhum retorno prático para a comunidade.
“Parece desperdício para mim que nós tenhamos toda essa terra sendo mantida pelo governo. Isso custa dinheiro. Estamos gastando, mas não ganhamos nada em troca”, defende.
O projeto começou em 2007, mas só produziu sua primeira safra economicamente viável em 2009. Para Ralph Whitesides do Departamento de Utah de Agricultura, Solo e Clima, um dos primeiros a conhecer a ideia de Hanks, a iniciativa é inovadora porque “não compete com a agricultura que produz alimentos”.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
Um projeto da Utah State University está dando um destino útil para terrenos ociosos em torno de rodovias e aeroportos. As áreas estão recebendo plantações de oleaginosas que serão utilizadas na produção de biodiesel. A última investida do projeto resultou na plantação de cártamo em um espaço de 20 acres próximo ao Aeroporto Internacional de Salt Lake. Chamado de FreeWays to Fuel (freewaystofuel.org), o projeto tem o objetivo de explorar áreas não tradicionais para a produção de matéria-prima para combustíveis renováveis.
O idealizador do projeto, Dallas Hanks, estima que os Estados Unidos possam ter pelo menos dez milhões de acres em terras ociosas em torno de rodovias, aeroportos e áreas públicas que poderiam ser destinados a produção de oleaginosas. Hoje, diz Hanks, o governo gasta dinheiro de impostos para manter essas áreas limpas, mas sem nenhum retorno prático para a comunidade.
“Parece desperdício para mim que nós tenhamos toda essa terra sendo mantida pelo governo. Isso custa dinheiro. Estamos gastando, mas não ganhamos nada em troca”, defende.
O projeto começou em 2007, mas só produziu sua primeira safra economicamente viável em 2009. Para Ralph Whitesides do Departamento de Utah de Agricultura, Solo e Clima, um dos primeiros a conhecer a ideia de Hanks, a iniciativa é inovadora porque “não compete com a agricultura que produz alimentos”.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com