O percentual de biodiesel no combustível mineral continua a ser o
principal problema encontrado pela agência nas amostras analisadas.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou ontem o boletim mensal da qualidade dos combustíveis relativo a abril. O pior B5 do país em abril, segundo a ANP, está no estado do Amazonas, que teve 10,3% de índice de não-conformidade. O combustível testado lá apresentou 9,09% de amostras com problemas no teor de biodiesel no diesel. A região do estado com mais amostras problemáticas (22,2%) foi a de Itacotiara, Parintins, Tefé. Segundo a agência o diesel vendido no estado piorou de qualidade em relação a março, quando apresentou índice de irregularidades de 3,5%.
O boletim da ANP aponta que o índice de não-conformidade do diesel vendido em postos de combustível de todo país foi de 3,5% e diminuiu em relação a março, quando chegou a 5,2%. O índice de amostras que apresentaram problemas no teor de biodiesel no diesel também caiu de 42,4% para 39,8%. O percentual de biodiesel no combustível mineral, porém, continua a ser o principal problema encontrado pela agência nas amostras analisadas. A agência, porém, aponta que no caso do teor de biodiesel, o problema encontrado foi de “amostras com teor abaixo do especificado em legislação e que esse tipo de NC não compromete o desempenho do combustível”.
Logo atrás do Amazonas ficou o Rio de Janeiro, com 9,8% de não-conformidades. Das 75 amostras que apontaram irregularidades no combustível, 41 tiveram problemas no teor de biodiesel. O combustível carioca também apresentou problemas no aspecto e no corante. Segundo a ANP o pior diesel do estado está na região de Araruama, Cabo Frio, Macaé, São Pedro da Aldeia.
No Espírito Santo o número de amostras irregulares foi de 7,9%. Porém, ao contrário de outros estados, a principal não-conformidade identificada lá foi em relação ao ponto de fulgor do combustível, problema encontrado em 14 das 29 amostras que apresentaram falhas. Já o teor de biodiesel estava fora de especificação em 9 das 29 amostras. A região de Vila Velha foi a que teve maior índice (24,3%) de não-conformidades.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou ontem o boletim mensal da qualidade dos combustíveis relativo a abril. O pior B5 do país em abril, segundo a ANP, está no estado do Amazonas, que teve 10,3% de índice de não-conformidade. O combustível testado lá apresentou 9,09% de amostras com problemas no teor de biodiesel no diesel. A região do estado com mais amostras problemáticas (22,2%) foi a de Itacotiara, Parintins, Tefé. Segundo a agência o diesel vendido no estado piorou de qualidade em relação a março, quando apresentou índice de irregularidades de 3,5%.
O boletim da ANP aponta que o índice de não-conformidade do diesel vendido em postos de combustível de todo país foi de 3,5% e diminuiu em relação a março, quando chegou a 5,2%. O índice de amostras que apresentaram problemas no teor de biodiesel no diesel também caiu de 42,4% para 39,8%. O percentual de biodiesel no combustível mineral, porém, continua a ser o principal problema encontrado pela agência nas amostras analisadas. A agência, porém, aponta que no caso do teor de biodiesel, o problema encontrado foi de “amostras com teor abaixo do especificado em legislação e que esse tipo de NC não compromete o desempenho do combustível”.
Logo atrás do Amazonas ficou o Rio de Janeiro, com 9,8% de não-conformidades. Das 75 amostras que apontaram irregularidades no combustível, 41 tiveram problemas no teor de biodiesel. O combustível carioca também apresentou problemas no aspecto e no corante. Segundo a ANP o pior diesel do estado está na região de Araruama, Cabo Frio, Macaé, São Pedro da Aldeia.
No Espírito Santo o número de amostras irregulares foi de 7,9%. Porém, ao contrário de outros estados, a principal não-conformidade identificada lá foi em relação ao ponto de fulgor do combustível, problema encontrado em 14 das 29 amostras que apresentaram falhas. Já o teor de biodiesel estava fora de especificação em 9 das 29 amostras. A região de Vila Velha foi a que teve maior índice (24,3%) de não-conformidades.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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