No segundo dia do evento promovido pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), na parte da manhã tivemos a palestra do pesquisador da Embrapa Décio Gazzoni, colunista deste portal. A palestra foi sobre o impacto da produção de biocombustíveis na produção de alimentos.
Os dados apresentados mostraram que em um primeiro momento os biocombustíves afetam os preços dos alimentos, como está acontecendo principalmente com os preços dos óleos vegetais. Mas essa tendência diminuirá no futuro, quando algumas medidas forem implementadas, tais como:
- Ganhos tecnológicos
- Renovação de pastagens
- Integração lavoura/pecuária
- Melhoria na lotação das pastagens de 0,9 cabeça por hectare para 1,1 cabeça por hectare.
Conforme apresentado por Gazzoni, só a melhora na lotação das pastagens libera uma área de 30 milhões de hectares para a produção de biocombustíveis e alimentos. Essa é a área que o Brasil deverá incorporar na agricultura nos próximos 25 anos.
Considerando área agricultável que o país dispõe hoje, esses futuros 30 milhões de hectares, embora pareçam muito, é um percentual muito pequeno.
Univaldo Vedana
Os dados apresentados mostraram que em um primeiro momento os biocombustíves afetam os preços dos alimentos, como está acontecendo principalmente com os preços dos óleos vegetais. Mas essa tendência diminuirá no futuro, quando algumas medidas forem implementadas, tais como:
- Ganhos tecnológicos
- Renovação de pastagens
- Integração lavoura/pecuária
- Melhoria na lotação das pastagens de 0,9 cabeça por hectare para 1,1 cabeça por hectare.
Conforme apresentado por Gazzoni, só a melhora na lotação das pastagens libera uma área de 30 milhões de hectares para a produção de biocombustíveis e alimentos. Essa é a área que o Brasil deverá incorporar na agricultura nos próximos 25 anos.
Considerando área agricultável que o país dispõe hoje, esses futuros 30 milhões de hectares, embora pareçam muito, é um percentual muito pequeno.
Univaldo Vedana
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