O leilão de estoque que acompanhou o L50, foi o segundo melhor da história em termos de faturamento. Entre prêmios pagos e pagamento pelos contratos executados, as 10 usinas participantes receberam pouco mais de R$ 61,2 milhões. Essa cifra é superada apenas para LE47 quando os ganhos chegaram a impressionantes R$ 78,9 milhões.
O leilão de estoque que acompanhou o L50, foi o segundo melhor da história em termos de faturamento. Entre prêmios pagos e pagamento pelos contratos executados, as 10 usinas participantes receberam pouco mais de R$ 61,2 milhões. Essa cifra é superada apenas para LE47 quando os ganhos chegaram a impressionantes R$ 78,9 milhões.
O motivo dessa alta foi o nível relativamente elevado de execução dos contratos deste leilão. Cerca de 60% das opções acabaram convertidas em vendas reais de biodiesel. Na ponta do lápis isso dá 24 dos 40 milhões de litros que haviam sido arrematados.
É um salto significativo em relação aos últimos dois leilões de estoque. Neles, o nível de execução dos contratos sequer chegou a 30%. Também é um valor elevado para o histórico do sistema. Considerando o somatório de todos os leilões de estoque realizados até hoje pela modalidade de opções de venda, o nível de execuções fica por volta dos 44%.
Prêmio
No certame atual, os prêmios pagos responderam por R$ 2,8 milhões. Também nesse caso o LE50 foi importante. Ele foi o terceiro maior da história atrás apenas do LE46 com R$ 3,9 milhões e do LE45 que – somadas todas as suas rodadas complementares – pagou R$ 3,2 milhões.
A melhor aquinhoada foi a Fiagril que levou praticamente R$ 550 mil em prêmios pagos. Muito embora a Granol tenha totalizado R$ 1,3 milhão na soma de suas três usinas participantes.
Outros R$ 58,3 milhões entraram via vendas.
A Granol de Anápolis foi quem se deu melhor. Ela entregou tudo o que havia vendido e praticamente todo o volume da margem de 10% prevista nos editais da ANP. No total foram 7,6 milhões de litros em vendas contra um volume contratado de 7 milhões de litros. O faturamento foi de R$ 18,9 milhões.
Em compensação, a unidade de Porto Nacional da Granol ficou no zero a zero e não teve nenhum volume executado no período.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O leilão de estoque que acompanhou o L50, foi o segundo melhor da história em termos de faturamento. Entre prêmios pagos e pagamento pelos contratos executados, as 10 usinas participantes receberam pouco mais de R$ 61,2 milhões. Essa cifra é superada apenas para LE47 quando os ganhos chegaram a impressionantes R$ 78,9 milhões.
O motivo dessa alta foi o nível relativamente elevado de execução dos contratos deste leilão. Cerca de 60% das opções acabaram convertidas em vendas reais de biodiesel. Na ponta do lápis isso dá 24 dos 40 milhões de litros que haviam sido arrematados.
É um salto significativo em relação aos últimos dois leilões de estoque. Neles, o nível de execução dos contratos sequer chegou a 30%. Também é um valor elevado para o histórico do sistema. Considerando o somatório de todos os leilões de estoque realizados até hoje pela modalidade de opções de venda, o nível de execuções fica por volta dos 44%.
Prêmio
No certame atual, os prêmios pagos responderam por R$ 2,8 milhões. Também nesse caso o LE50 foi importante. Ele foi o terceiro maior da história atrás apenas do LE46 com R$ 3,9 milhões e do LE45 que – somadas todas as suas rodadas complementares – pagou R$ 3,2 milhões.
A melhor aquinhoada foi a Fiagril que levou praticamente R$ 550 mil em prêmios pagos. Muito embora a Granol tenha totalizado R$ 1,3 milhão na soma de suas três usinas participantes.
Outros R$ 58,3 milhões entraram via vendas.
A Granol de Anápolis foi quem se deu melhor. Ela entregou tudo o que havia vendido e praticamente todo o volume da margem de 10% prevista nos editais da ANP. No total foram 7,6 milhões de litros em vendas contra um volume contratado de 7 milhões de litros. O faturamento foi de R$ 18,9 milhões.
Em compensação, a unidade de Porto Nacional da Granol ficou no zero a zero e não teve nenhum volume executado no período.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com