BiodieselBR
Publicidade

Leilão para mercado autorizativo encerra com baixa oferta e sem vendas

Encerrada há pouco mais de uma hora, a Etapa 5A do 51º Leilão de Biodiesel terminou sem uma única gota vendida.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Estamos de volta ao zero a zero. Encerrada há pouco mais de uma hora, a Etapa 5A do 51º Leilão de Biodiesel que poderia ter comprado o biodiesel para ser consumido em projetos do mercado autorizativo durante os meses de novembro e dezembro terminou sem uma única gota vendida.

Estamos de volta ao zero a zero. Encerrada há pouco mais de uma hora, a Etapa 5A do 51º Leilão de Biodiesel que poderia ter comprado o biodiesel para ser consumido em projetos do mercado autorizativo durante os meses de novembro e dezembro terminou sem uma única gota vendida.

Embora não houvesse mesmo muito expectativa em relação ao resultado desse leilão, constatar que as vendas no L49 e L50 não passaram mesmo de voos de galinha, não deixa de ser um banho de água fria.

Oferta baixa

A falta de interesse das usinas já deu o tom do desânimo com que o setor entrou nesse leilão. Das 13 que encerraram a Etapa 5 com biodiesel para vender, apenas quatro – Bocchi, Brejeiro, BSBios de Passo Fundo e Granol de Cachoeira do Sul – se deram ao trabalho de fazer ofertas.

No total, apenas 8,5 dos 61,6 milhões de litros disponíveis no mercado foram colocados à venda. Com exceção da BSBios que ofertou todo o volume que tinha disponível, as outras participantes da rodada fizeram ofertas tímidas – inferiores a 50% do que poderiam.

Foi – de longe – o pior resultado desde a estreia do mercado autorizativo no L47 [veja tabela].

L51Autorizativo TABELA 111016

As usinas ofertantes chegaram ao mercado autorizativa bem mais seletivas em relação ao valor que estavam dispostas a receber por seu produto. Se na Etapa 2 elas pediram R$ 2.678,47 pelo metro cúbico, na Etapa 2A o preço médio foi de R$ 2.831,18.

Trata-se de um valor que fica poucos reais mais baixo do que elas receberam no leilão obrigatório que foi de R$ 2.855,10 por m³ – onde já está embutido o ágio pago pelas distribuidoras.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Compartilhar: