
O certame de estreia do B6 ficará marcado pelo apetite das usinas. No total as empresas que participaram do leilão colocaram a venda 815 milhões de litros – equivalente a 70,9% de tudo que elas poderiam oferecer. Esse volume é 10,8% maior que o oferecido no leilão anterior e é o maior volume oferecido pelas usinas desde que os leilões se tornaram bimestrais.
O certame de estreia do B6 ficará marcado pelo apetite das usinas. No total as empresas que participaram do leilão colocaram a venda 815 milhões de litros – equivalente a 70,9% de tudo que elas poderiam oferecer. Esse volume é 10,8% maior que o oferecido no leilão anterior e é o maior volume oferecido pelas usinas desde que os leilões se tornaram bimestrais.
Na Região Sul se concentra o maior volume ofertado, 340,7 milhões de litros. Logo atrás está o Centro-Oeste, com 330,7 milhões de litros oferecidos. A proximidade entre as duas regiões serve para contrastar com o resto do país. As ofertas do Sudeste, terceira colocada, é de 62,6 milhões de litros, cerca de 18% do volume do Sul.
Dentre os estados, o Rio Grande do Sul é o campeão com uma oferta de 265,6 milhões de litros. Mato Grosso e Goiás ocupam o segundo e terceiro lugares, com 168 milhões de litros e 128,4 milhões de litros respectivamente.
O crescimento das ofertas é causado pelo incremento de cada uma das usinas. Das 44 usinas que participam do certame, 22 ofereceram mais biodiesel que no leilão anterior e apenas 5 ofereceram menos. A usina da Granol de Goiás foi a que mais ofereceu biodiesel, colocando 58 milhões de litros a venda.
Como empresa, a Granol é – disparada – a que teve a maior oferta. São 129 milhões de litros ofertados nas suas três usinas. A Oleoplan, segunda colocada ofereceu 67 milhões de litros.
Preços
O crescimento da demanda não irá refletir em aumento do preço do biodiesel.
Ao menos é isso o que se pode esperar quando se olha o preço médio do leilão passado e o do leilão atual. No 36º Leilão as ofertas das usinas tiveram o preço médio de R$ 1.913,40 por m³ enquanto no L37 a média ficou em R$ 1.882,22.
Esse preço é reflexo da agressividade das usinas. A mais agressiva é a Minerva (GO) que colocou uma oferta de 900 m³ por R$ 1.665 e outra, de mesmo volume, por R$ 1.700 o m³. A usina da ADM no Mato Grosso veio com preços mais altos que no leilão anterior, mas, mesmo assim, ainda tem os mais baixos de seu estado com uma oferta de 20 mil m³ por R$ 1.750 o m³.
No estado com maior capacidade instalada e maior oferta – o Rio Grande do Sul – a disputa será bem apertada e as ofertas das usinas deve ganhar muito pouco ágio. Existem 131 mil m³ de litros ofertados por até R$ 1.810 o m³ e 166 mil m³ por até R$ 1.820 o m³.
Quem encabeça a lista de menor preço no estado é a Oleoplan, com uma oferta de 35 mil m³ por R$ 1.770 o m³, seguido de perto pela Camera com um lote ao preço de R$ 1.775 por m³ e pela Biofuga e Granol RS com lotes cotados em R$ 1.780 por m³.
A etapa 3 que comprará pelo menos 80% de todo o biodiesel do 4º bimestre está programado para começar na terça-feira às 13h.
BiodieselBR.com
O certame de estreia do B6 ficará marcado pelo apetite das usinas. No total as empresas que participaram do leilão colocaram a venda 815 milhões de litros – equivalente a 70,9% de tudo que elas poderiam oferecer. Esse volume é 10,8% maior que o oferecido no leilão anterior e é o maior volume oferecido pelas usinas desde que os leilões se tornaram bimestrais.
Na Região Sul se concentra o maior volume ofertado, 340,7 milhões de litros. Logo atrás está o Centro-Oeste, com 330,7 milhões de litros oferecidos. A proximidade entre as duas regiões serve para contrastar com o resto do país. As ofertas do Sudeste, terceira colocada, é de 62,6 milhões de litros, cerca de 18% do volume do Sul.
Dentre os estados, o Rio Grande do Sul é o campeão com uma oferta de 265,6 milhões de litros. Mato Grosso e Goiás ocupam o segundo e terceiro lugares, com 168 milhões de litros e 128,4 milhões de litros respectivamente.
O crescimento das ofertas é causado pelo incremento de cada uma das usinas. Das 44 usinas que participam do certame, 22 ofereceram mais biodiesel que no leilão anterior e apenas 5 ofereceram menos. A usina da Granol de Goiás foi a que mais ofereceu biodiesel, colocando 58 milhões de litros a venda.
Como empresa, a Granol é – disparada – a que teve a maior oferta. São 129 milhões de litros ofertados nas suas três usinas. A Oleoplan, segunda colocada ofereceu 67 milhões de litros.
Preços
O crescimento da demanda não irá refletir em aumento do preço do biodiesel.
Ao menos é isso o que se pode esperar quando se olha o preço médio do leilão passado e o do leilão atual. No 36º Leilão as ofertas das usinas tiveram o preço médio de R$ 1.913,40 por m³ enquanto no L37 a média ficou em R$ 1.882,22.
Esse preço é reflexo da agressividade das usinas. A mais agressiva é a Minerva (GO) que colocou uma oferta de 900 m³ por R$ 1.665 e outra, de mesmo volume, por R$ 1.700 o m³. A usina da ADM no Mato Grosso veio com preços mais altos que no leilão anterior, mas, mesmo assim, ainda tem os mais baixos de seu estado com uma oferta de 20 mil m³ por R$ 1.750 o m³.
No estado com maior capacidade instalada e maior oferta – o Rio Grande do Sul – a disputa será bem apertada e as ofertas das usinas deve ganhar muito pouco ágio. Existem 131 mil m³ de litros ofertados por até R$ 1.810 o m³ e 166 mil m³ por até R$ 1.820 o m³.
Quem encabeça a lista de menor preço no estado é a Oleoplan, com uma oferta de 35 mil m³ por R$ 1.770 o m³, seguido de perto pela Camera com um lote ao preço de R$ 1.775 por m³ e pela Biofuga e Granol RS com lotes cotados em R$ 1.780 por m³.
A etapa 3 que comprará pelo menos 80% de todo o biodiesel do 4º bimestre está programado para começar na terça-feira às 13h.
BiodieselBR.com